Inversão de valores

Os que estão atentando contra a tão citada democracia, são os que a atacam ao não aceitar as regras do jogo

Paulo Saab
20/Mai/2022
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Há uma inversão de valores predominando no cenário da vida nacional. Não se trata de nada estranho e nem ao acaso. Faz parte de uma estratégia montada pelos grupos de esquerda afastados do poder e, portanto, dos cofres públicos, desde 2018 e que, pela perspectiva palpável de uma reeleição de um governo que não comunga da mesma doutrina e métodos, trabalha intensamente com o objetivo de desestabilizá-lo e derrotá-lo no pleito de outubro próximo. Ou fora dele, se conseguir.

Uniram-se nesta jornada de “caça ao Bolsonaro”, a qualquer custo para o próprio país, os remanescentes, derrotados, afastados, prejudicados e ideologicamente contrários, ao que representa o governo eleito em 2018.

Até aqui nada de novo. A não ser a necessidade de duas constatações: a inversão é perversa, falaciosa e desprovida de qualquer caráter e, ainda, quanto mais essas “forças” criticam, atacam, batem, no presidente da República, mais ele cresce na popularidade e, até, nas pesquisas encomendadas pelos que as manipulam tentando formar um clima favorável ao opositor que deseja retomar o controle do erário.

Quem sabe discernir, num país como nosso, percebe essa inversão no cotidiano quando, por exemplo, os que estão atentando contra a tão citada democracia, são os que a atacam ao não aceitar as regras do jogo e querer impor vontades, fatos (quase sempre não verdadeiros), decisões, que os favoreçam.

Quem leu o famoso “1984” de George Orwell, melhor compreende a realidade a que tentam submeter o país. O personagem Winston Smith, funcionário do “Ministério da Verdade”, reescrevia e alterava dados e informações de acordo com os interesses do Partido Externo, que controlava toda a nação e cada um dos seus cidadãos.

O conjunto formado, entre outros desalojados da cômoda situação que desfrutavam na era lulopetista, como STF, Congresso Nacional, velha imprensa (jornais, grupos de comunicação de massa) artistas, intelectuais (ditos) setores da chamada sociedade civil que perderam a facilidade de obter recursos públicos e, ainda, a esquerda internacional para onde seguiam recursos do BNDES financiando suas obras e ditaduras com dinheiro do povo brasileiro, e uma parcela ideologicamente cega ou fanática, da população, todos, formam o “Ministério da Verdade” patropi e buscam impor a sua vontade como real, como propagam , enquanto agem no sentido inverso, de destruição da verdadeira realidade nacional.

Ouvir “autoridades” relatarem ameaças ao sistema democrático, enquanto as próprias solapam a liberdade constitucional existente no Brasil (estão sendo extintas aos poucos por esses solapadores) chega a ser surreal.

Nunca o mandamento de Lenin foi tão praticado: “acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”.

Com a sutileza de uma patada de elefante, mentem, reinventam fatos a seu favor, violentam a Constituição, difundem falsas notícias, manipulam pesquisas, noticiam inverdades, escondem os fatos positivos, subvertem, conspiram, num verdadeiro crime de lesa-pátria em favor de seus interesses pessoais, grupais, ideológicos e partidários. Usam da liberdade existente para tentar eliminá-la.

E o a fazem ostensivamente, com rancor, ódio, o mesmo que acusam nos adversários (Lenin.) sem levar em conta o quanto podem -e estão- prejudicar (cando) a população em geral.

Esqueceram-se de um detalhe. A população que elegeu Bolsonaro em 2018, o fez para tirar do poder tudo isso que esses agora conspiradores/solapadores, representavam e representam. E, por mais que batam e ataquem de todos os lados, diuturnamente, agressivamente, a figura do presidente, mais ele se fortalece perante a massa e consolida uma liderança que está levando ao desespero quem deseja tirá-lo do cargo.

Triste página vive o Brasil nesse momento.

Com esse detalhe: a parte majoritária da população em geral (não as pesquisas sob encomenda para fazer notícia) acordou e não aceita mais ser objeto do controle pretendido pelo big brother fajuto.

**As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

 

 

 

 

 

 

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