Busca no Google é responsável por mais da metade das vendas online

Estudo E-commerce Radar 2017 aponta que a plataforma é responsável por 52% das transações. Outros meios, como as redes sociais, detêm menos de 12% de participação

Mariana Missiaggia
13/Ago/2017
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Busca no Google é responsável por mais da metade das vendas online

Os consumidores estão cada vez mais conectados e utilizando as ferramentas de busca para acessar informações de onde estiverem sobre o que quer que seja. 

A pesquisa E-commerce Radar 2017, idealizada pela consultoria Atlas, revela que 52% das vendas online feitas no primeiro semestre de 2017 aconteceram após uma busca no Google. Neste contexto, 25% das vendas provêm dos resultados orgânicos e 27% dos links patrocinados.

O estudo mapeou a origem das conversões por ordem de maior influência: Google patrocinado, Google orgânico, busca direta, outras origens, referências de terceiros, e-mail marketing, Facebook orgânico, Criteo, Facebook Patrocinado e Buscapé.

Quando essa análise é feita com base no tipo de dispositivo usado, o desktop apresenta 75% de tráfego pago e 69% de orgânico.

Já quando o smartphone é utilizado, a maioria dos pedidos realizados são originados via anúncios (23%) e por busca orgânica (29%).

Os resultados apresentados surgiram da análise de dados das mais de 700 lojas online conectadas à empresa, dos mais variados portes, em todas as regiões do país.

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Para Paulo Schiavon, diretor de online bussiness para América Latina da Samsung Electronics, é natural que o maior volume de conversões seja proveniente de links patrocinados.

O executivo também chama atenção para a alta participação em pedidos do acesso direto (12%), em que o valor da marca e seus serviços são diferenciais. 

“Isso indica uma relevante percepção sobre os pontos de influência de compra no mundo digital, especialmente para a geração Z que não conhece um mundo sem internet”, diz.

A IMPORTÂNCIA DE ESTAR BEM RANQUEADO

Se você tem uma loja virtual ou qualquer conteúdo publicado na internet, certamente já se perguntou como o Google determina o posicionamento dos sites nos resultados da busca.

A verdade é que por trás de uma simples busca no Google há um complexo sistema de algoritmos, para suportar com eficiência mais de um bilhão de buscas mensais e garantir que os resultados apresentados aos usuários sejam os mais precisos possíveis.

De acordo com Marcello Binder, especialista em mídia digital, mais de 90% das pessoas que realizam algum tipo de busca orgânica no Google não partem para a segunda página.

Ou seja, se o site não aparecer na primeira página de busca, as chances de ele não receber algum clique ou visita é muito grande.

COMO SE POSICIONAR BEM 

A partir do momento em que um site é colocado no ar, pode-se levar de oito a dez meses para ranqueá-lo de forma orgânica na primeira página, explica Binder.

"Se você colocar uma página no ar e quiser que ela apareça hoje entre as principais, é preciso fazer anúncio", diz. 

Mais de 200 fatores influenciam o ranqueamento do Google, no entanto, nunca foi divulgado o peso de cada um desses itens.

De acordo com Binder, alguns itens são comprovados e outros são especulações. Entretanto, mesmo com essas ressalvas, é certo alguns pontos merecem atenção.

Palavras-chave

A pesquisa de palavras-chave é uma atividade fundamental para conquistar tráfego orgânico diretamente para o site.

Quanto mais acertado o uso das palavras-chave, maiores são as chances de obter um bom posicionamento no Google e, consequentemente, atrair mais conversões para o site.

Para conseguir um bom posicionamento é importante fazer uma pesquisa de relevância sobre as palavras-chave. Trabalhar com os termos tenham número elevado de buscas é uma das dicas do especialista em mídia digital.

Para encontrar esses termos é possível utilizar algumas ferramentas gratuitas que o próprio Google fornece, como o Google Trends ou o Google AdWords Planner.

?Velocidade de carregamento

O Google também dá prioridade para os sites mais velozes. Binder diz que para aparecer na primeira página do Google seu site tem que abrir entre três e quatro segundos.

O Google considera o fator de carregamento rápido muito sério e um site lento vai perder pontos no ranqueamento de qualquer jeito.

Como os usuários não têm paciência para esperar um site abrir lentamente, o resultado é uma alta taxa de rejeição.

Dois fatores podem tornar o carregamento mais veloz: site bem programado e com poucos plugins e um provedor de hospedagem otimizado.

?Conteúdo autoral

A recomendação de Binder é se preocupar com a qualidade do conteúdo e não escrever com foco em vendas de produtos ou serviços, mas sim com o objetivo de ajudar o usuário com o maior nível de detalhamento possível. 

"Mostre a ele que você é especialista e que deseja ajudá-lo".

?Site responsivo

A expressão mobile-friendly é uma das peças-chave para estar bem ranqueado no Google. Dizer que o site precisa ser responsivo é o mesmo que dizer que ele é acessível não apenas por desktop, como também via smartphone e tablets. 

O Google privilegia os sites responsivos desde abril de 2015, e em alguns casos, a ausência dessa característica pode até desaparecer das buscas, ou seja, pode ser penalizado.

O Google considera como prioridade a experiência do usuário, que cada vez mais usa smartphones e outros dispositivos móveis para navegar na internet.

"Além de perder no ranqueamento, um site não responsivo vai perder tráfego e visitas das mídias sociais também já que o conteúdo dele não está otimizado".

FOTO: Thinkstock

 

 

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Fator de Reajuste

ÍNDICE
Mai
Jun
Jul
IGP-M
1,1072
1,1070
1,1008
IGP-DI
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1,1112
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IPCA
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1,1189
--
IPC-Fipe
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1,1169
1,1073

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Índice
Abr
Mai
Jun
Demanda por crédito
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-2,1%
-1,9%
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--
--
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1,5%
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