A grande farsa

A cerimônia de posse, bajulada por esquerdistas que vivem de verba pública, foi um triste ato de início de despedida do poder

Paulo Saab
17/Mar/2016
Jornalista, Bacharel em Direito, professor universitário e escritor.
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Dilma e Lula, não merecem nem mais receber tratamento respeitoso, pelo desrespeito que mostram aos brasileiros, perpetraram uma farsa grotesca utilizando recursos públicos e cargos da República, para ludibriar a Justiça e proteger um mandato que se esfacelou por corrupção, incompetência e desprezo às regras de boa gestão.

Tentar ludibriar a opinião pública é típico dessa dupla dinâmica que pisa no país há anos achando que para sempre teria o domínio, enganando a população.

Pegos uma vez mais cometendo crime, inventam desculpas esfarrapadas que afrontaram ainda mais a dignidade dos brasileiros, as instituições nacionais e a construção da democracia brasileira, contra a qual conspurcam sem pudor.

Deprime ver petistas de diferentes escalões, como lobotomizados ambulantes, criarem teses e argumentarem com o vazio, tentando se convencer e convencer o país de que a dupla dinâmica não é bandida. Cantar musiquinhas para Lula, acusado como criminoso.

Dar posse em meio à revolta nacional é seguir no caminho da destruição.

Dilma foi “terrorista”. É gelada e acha que vai superar tudo isso.

Não tem capacidade de entender o momento histórico, como não teve na década de 70 do século passado.

De Lula, só quem não o conhece – eu conheço bem- difícil dizer que ele não é o que se mostrou nas gravações. Desde o início de seu primeiro governo, em 2003, eu fui um dos poucos, senão o único jornalista a criticas seus métodos e desrespeito institucional em favor de seus interesses pessoais.

Se Lula, Dilma et caterva não têm respeito e grandeza. Cabe ao resto do país, sua imensa maioria, manter a serenidade em meio aos protestos e fazer girar a roda da história para devolvê-los ao lixo que merecem, sem violência, sem confronto, mas de forma vigorosa.

A cerimônia de posse, bajulada por esquerdistas que vivem de verba pública, foi um triste ato de início de despedida do poder, quando Dilma ainda acha que é de fluxo de governo.

Cara de pau, mentirosa, dissimulada, cínica.  Fazendo comício político dentro do Palácio do Planalto.

Mas como disse Lincoln, pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo.

Está acabando a enganação.

De amarelo, em paz, todos às ruas até eles caírem de podres que são.

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As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

 

 

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