Cia confirma estratégia para conquistar liderança em lubrificantes na América Latina até 2030

São Paulo, 5 de janeiro de 2026 – A Vibra confirma que iniciou o plano para tornar o negócio delubrificantes um motor de crescimento da rentabilidade da companhia no Brasil e na América Latina,por meio da marca Lubrax, em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)sobre reportagem publicada pelo Valor Econômico no dia 30 de dezembro de 2025.
Em entrevista ao veículo, o vice-presidente da unidade de negócios de lubrificantes da empresa,Marcelo Fernandes Bragança disse que além de crescer no Brasil, a Vibra ambiciona conquistar aliderança em lubrificantes no mercado latino-americano até 2030 e o plano terá início pelaArgentina, país no qual a empresa abriu um escritório e produzirá o lubrificante. Ele tambémdisse que a expectativa é que as mudanças façam o negócio de lubrificantes ultrapassar 10% dolucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) nospróximos dois anos. E que cresça dois dígitos em 2026.
Na resposta à CVM, a empresa disse que a entrevista mencionada teve como foco a apresentação desua estratégia corporativa para o segmento de lubrificantes, bem como a comunicação da criaçãode uma Unidade de Negócios dedicada, com o propósito de conferir maior foco, autonomia eeficiência à gestão do portfólio, em linha com as informações previamente divulgadas aomercado no material apresentado por ocasião de seu Investor Day, disponível no site da Companhia eno Sistema Empresas.net.
Com relação ao trecho destacado em negrito, a Vibra destacou que, durante a entrevista, foimencionada a performance histórica da companhia nos últimos anos (período compreendido entre 2022e 2024) foi marcada por crescimento de dois dígitos, em linha com informações já divulgadas aomercado e constantes do slide 22 da apresentação do Investor Day. “Adicionalmente, é deconhecimento do mercado que o segmento de lubrificantes representava, em 2022, aproximadamente 7% doEbitda ajustado consolidado da Companhia (R$372 milhões em relação a R$5,283 bilhões), conformese extrai do release de resultados do 4o trimestre daquele ano (págs. 9 e 13), último período emque a Companhia divulgou tal informação de modo segregado.”
“Assim, tendo como referência esse desempenho histórico e as informações publicamentedisponíveis e considerando as declarações do executivo da Vibra no sentido de que a Companhiapretende seguir expandindo o negócio de lubrificantes para os próximos anos a reportagem conferiuênfase prospectiva às declarações, com a atribuição de quantificação e de horizonte temporalfuturo”, explicou a empresa.
A companhia acrescentou, no entanto, que “a quantificação destacada na matéria decorre doenquadramento editorial conferido a declarações de mero caráter estratégico, as quais nãoenvolveram a definição de parâmetros numéricos ou cronograma e, portanto, não devem serinterpretadas como projeções, metas, guidance ou estimativas”.
“Dessa forma, não houve divulgação inicial ou modificação de projeções, nos termos daResolução CVM 44/21, tampouco comunicação de ato ou fato que, por sua natureza, caracterize fatorelevante. A Companhia permanece aderente à sua Política de Divulgação e reitera que qualquerprojeção, se e quando vier a ser divulgada, observará estritamente os procedimentos e prazosprevistos na regulamentação aplicável.”
Cynara Escobar – [email protected] (Safras News)
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