Endividamento das famílias fica em 47,6% em outubro, afirma BC

Já o comprometimento da renda, ou seja, a parcela da renda destinada ao pagamento das dívidas, terminou o mês em 27,2%

Estadão Conteúdo
04/Jan/2024
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O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro fechou o mês de outubro em 47,6%, menor do que em setembro (47,7%). O recorde da série histórica do Banco Central ocorreu em julho de 2022 (50,1%).

Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 30,2% no décimo mês de 2023, mesma taxa de setembro.

Outubro foi o quarto mês de operação do programa federal de renegociação de dívidas Desenrola. Na fase do programa iniciada no dia 17 de julho foi possível renegociar dívidas bancárias de consumidores que ganham até R$ 20 mil mensais, sem garantia do Tesouro Nacional.

Além disso, o nome de pessoas que tinham dívidas de até R$ 100 nos bancos foi "desnegativado" automaticamente, sem o perdão dos compromissos.

A segunda fase, para quem ganha até dois salários mínimos (R$ 2.640,00), começou no fim de setembro e tem garantia do Tesouro.

Segundo os dados do BC para o mês de outubro, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) - ou seja, a parcela da renda destinada ao pagamento das dívidas - terminou o mês em 27,2%. Em setembro, o porcentual era de 27,3%.

O recorde da série foi registrado em junho de 2023, com 28,4% da renda comprometida.

Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda passou de 25,2% no nono mês do ano para 25,1% em outubro.

 

IMAGEM: Freepik

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