Arrecadação soma R$ 195,085 bi em abril, valor recorde para o mês

No acumulado do ano, o governo federal arrecadou R$ 743,217 bilhões, também o maior volume para o período da série histórica

Estadão Conteúdo
26/Mai/2022
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A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 195,085 bilhões em abril, novo recorde para o mês, conforme divulgação da Receita Federal. O resultado representa um aumento real (descontada a inflação) de 10,94% na comparação com abril do ano passado.

Em relação a março deste ano, houve crescimento real de 17,60% no recolhimento de impostos. O valor arrecadado no mês passado foi o maior para meses de abril da série histórica, que tem início em 1995. 

O Fisco destacou o crescimento real de 21,5% da arrecadação do Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) em abril, devido ao desempenho da estimativa mensal.

Também houve crescimento de 32,5% no recolhimento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), especialmente nas operações de crédito e em títulos ou valores mobiliários.

A Receita apontou ainda a alta de 61,9% na arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) Capital, em função do aumento dos rendimentos dos fundos e títulos de renda fixa.

Por outro lado, em abril houve perda de receitas com as reduções das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do PIS/Cofins sobre combustíveis.

ACUMULADO  

No acumulado do ano até abril, a arrecadação federal somou R$ 743,217 bilhões, também o maior volume para o período da série histórica. O montante ainda representa um avanço real de 11,05% na comparação com os primeiros quatro meses de 2021.

DESONERAÇÕES

As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 29,492 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, valor maior do que em igual período do ano passado, quando ficaram em R$ 24,482 bilhões.

Apenas no mês de abril, as desonerações totalizaram R$ 10,160 bilhões, também acima do registrado em abril do ano passado (R$ 7,196 bilhões).

 

IMAGEM: Thinkstock

 

 

 

 

 

 

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