Economia

Preços na porta de fábrica acumulam alta de 2,27% até outubro


O Índice de Preços ao Produtor (IPP) de indústrias de transformação e extrativa subiu 1,79% em outubro, de acordo com o IBGE


  Por Estadão Conteúdo 29 de Novembro de 2017 às 10:30

  | Agência de notícias do Grupo Estado


O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 1,79% em outubro, informou na manhã desta quarta-feira (29/11), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de setembro foi revisada de uma elevação de 1,50% para avanço de 1,48%.

O IPP mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação.

Com o resultado agora anunciado, o IPP de indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 2,27% no ano. A taxa em 12 meses ficou positiva em 4,41%.

Considerando apenas a indústria extrativa, houve avanço de 9,41% em outubro, após a alta de 14,05% registrada em setembro.

Já a indústria de transformação registrou elevação de 1,50% em outubro, ante um crescimento de 1,06% no IPP do mês anterior.

BENS DE CAPITAL

Os bens de capital ficaram 1,09% mais caros na porta de fábrica em outubro, segundo os dados do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui a indústria extrativa e de transformação

Os bens intermediários registraram avanço de 2,75% nos preços em outubro, ante um aumento de 2,29% em setembro. Já os preços dos bens de consumo subiram 0,44% em outubro, depois de uma alta de 0,67% em setembro.

Dentro dos bens de consumo, os bens duráveis tiveram aumento de 0,03% em outubro, ante avanço de 0,45% no mês anterior. Os bens de consumo semiduráveis e não duráveis subiram 0,57% em outubro, após a elevação de 0,74% registrada no mês anterior.

A alta de 1,79% do IPP de outubro teve contribuição de 0,09 ponto porcentual de bens de capital; 1,54 ponto porcentual de bens intermediários e 0,16 ponto porcentual de bens de consumo.

No âmbito dos bens de consumo, os bens de consumo duráveis contribuíram com 0,01 ponto porcentual - enquanto o impacto de bens de consumo semiduráveis e não duráveis foi de 0,15 ponto porcentual.

IMAGEM: Thinkstock