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Como escolher uma maquininha de cartão para o seu negócio


Com a alta concorrência e taxas menores, há muitas e variadas opções para escolher meios de pagamento. Mas adotar os que oferecem segurança e atendimento rápido faz toda a diferença


  Por Redação DC 18 de Fevereiro de 2021 às 11:31

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


Há cerca de 15 anos, o mercado de meios de pagamento era dominado por dois players: a VisaNet (atual Cielo) e a Redecard (atual Rede), um cenário restrito onde quem tinha acesso eram apenas grandes empresas. 

Com o fim dessa exclusividade, a partir de 2010, um número significativo de novos players apareceu nesse mercado. Resultado: a concorrência aumentou, as taxas de operação diminuiram e, o principal: o leque de opções e a possibilidade de aumentar os ganhos ampliou significativamente para os pequenos negócios. 

Essa massificação levou até empresas como a PagSeguro e a Stone, por exemplo, a abrirem capital na bolsa de Nova York, segundo Márcio Campos, vice-presidente da Pagos (Associação de Gestão de Pagamentos Eletrônicos), já que algumas delas tornaram inclusivo o processo de adquirir uma maquininha física de cartão.

Em tempos de Pix, e ainda na pandemia, que acabou tornando as vendas à distância praticamente a única opção de venda em determinados momentos, uma dúvida é comum entre pequenos negócios e Microempreendedores Individuais (MEIs): como escolher a maquininha ideal para operar no meu empreendimento?  

Na quarentena, algumas opções como os links de pagamento ganharam força e 'venderam muito bem' durante o período de isolamento e medidas restritivas, lembra Campos.  

As taxas também já não são mais uma grande problema e, com a alta concorrência, a negociação fica muito mais confortável. "E quanto mais a empresa cresce em faturamento, menos ela paga", completa. 

Mas, quando se fala em terminais de pagamento, mesmo que existam empresas de relevância nacional, escolher as que oferecem um trabalho de nicho ou atendimento mais regionalizado são uma vantagem extra. 

"A subadquirência tem essa característica: de proporcionar ao comércio local um atendimento de maior proximidade - o que deve ganhar mais espaço com a chegada do open banking", explica Campos. 

Algumas, inclusive, disponibilizam até serviços de banco digital atrelado ao uso da maquininha, permitindo ao pequeno negócio fazer uma gestão financeira mais eficiente do dinheiro que entra no caixa.  

Exemplo disso são as maquininhas da SUMUP: além de oferecerem opção de link de pagamento e conta digital, não cobram aluguel e têm opções de compra a partir de 12xR$ 4,90 a 12xR$ 29,90.   

No caso da Sumup, há até um programa de consultores, que podem se tornar revendedores de maquininhas de cartão, com forte atuação em sua região - o que reforça a relação de proximidade com o cliente, já que a fintech incentiva a divulgação do seu trabalho em redes sociais, e até a montar sua própria loja física.

De baixo investimento inicial, a perspectiva de quem entra para o time SumUp, que dá todo suporte aos seus consultores terceirizados, é recuperar o valor investido em dobro logo de entrada.

É possível faturar a partir de R$ 1,5 mil vendendo uma única maquininha por dia. Saiba como virar um consultor SumUp CLICANDO AQUI

OLHO VIVO

Falando em atendimento, esse quesito, aliado à segurança das operações, são pontos principais a serem avaliados na hora de escolher uma maquininha, destaca o vice-presidente da Pagos.   

"O atendimento tem que ser rápido, ou então eu, lojista, fico solto no mar: se houver qualquer probleminha, eu não posso esperar três dias para resolver, senão perco o negócio." 

Quanto se fala em segurança, ou seja, saber 'quem lida com o dinheiro que passa na maquininha', vale lembrar que, além da tecnologia aplicada, todo o processo é supervisionado pelo BC. "O lojista fica protegido", diz. 

Campos reforça que, quando o pagamento é feito por transação física, quando o cliente põe a senha na maquininha, por exemplo, ele é 'seguro por natureza', pois é validado em diversas instâncias.

Mas vender à distância pode aumentar o temor de fraude: por isso, o ideal é fazer uma boa pesquisa para saber quem é o provedor, se ele oferece soluções antifraude... Isso faz toda a diferença, destaca. 

Se o seu fornecedor de confiança oferece uma maquininha, Campos afirma que dá para adquiri-la 'de olhos fechados', pois não tem como roubar dados de cartão ou desviar o valor pago. "Diferente do e-commerce, que pode gerar esse tipo de problema se o provedor não tomar todos os cuidados", alerta.   

Porém, mais do que isso, o importante é que o lojista tenha o olhar de implementar a solução de pagamento ideal que o seu consumidor deseja, diz o vice-presidente da Pagos. Ou seja, se ele quer fazer o pedido pelo Whatsapp e receber um link de pagamentos, ou fazer um Pix, é preciso oferecer essas opções para ele. 

"As soluções tecnológicas estão aí para todos: se antes era caro para o pequeno negócio, hoje não é mais. Com um celular na mão ele consegue implementar o serviço e pronto: na hora já sai aceitando pagamentos." 

FOTO: Thinkstock






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