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Como empreender na pandemia?


A crise se apresentou como oportunidade para muitos empreendedores, especialmente para aqueles que enxergaram que o mercado de consumo caminhava para o mundo digital


  Por Redação DC 28 de Janeiro de 2021 às 07:00

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


A pandemia do novo coronavírus trouxe grandes desafios para quem tem empresa. As formas de se relacionar com clientes e vender precisaram mudar, assim como a rotina de trabalho. Muitos negócios não resistiram à essa nova realidade e tiveram de fechar as portas.

Porém, a crise se apresentou como oportunidade para muitos empreendedores, especialmente para aqueles que enxergaram que o mercado de consumo caminhava invariavelmente para o mundo digital.

Empreender na pandemia exige a adoção de ferramentas que encurtem as distâncias em um contexto de distanciamento social físico. Uma recente pesquisa do Sebrae mostra que o empreendedor assimilou bem esse legado da pandemia.

O estudo mostra que, hoje, 70% dos micros e pequenos empresários usam as ferramentas disponíveis na internet para impulsionar as suas vendas. Antes da crise da covid-19 ganhar corpo, eram 59% que se apoiavam no mercado digital.

O Whatsapp, segundo o Sebrae, é usado por 84% dos empreendedores para vender. E de fato essa ferramenta tem se mostrado um recurso extremamente útil pela agilidade que permite no atendimento aos clientes. Com ele é possível tirar dúvidas do consumidor, apresentar visualmente novos produtos e até fechar vendas.  

As redes sociais são armas necessárias para quem empreende na pandemia. O Instagram e o TikTok, por exemplo, permitem o anúncio de produtos com baixo orçamento, mas com grande potencial de divulgação e engajamento. E as vendas podem ser feitas dentro dessas plataformas.

Algumas empresas têm estimulado empreendedores parceiros a usarem as redes sociais para vender. É o caso da SumUp, que apoia seus consultores terceirizados a divulgar seu trabalho em redes como YouTube e Facebook.

De baixo investimento inicial, a perspectiva de quem entra para o time SumUp é recuperar o valor investido em dobro logo de entrada. É possível faturar a partir de R$ 1,5 mil vendendo uma única maquininha por dia. Saiba como virar um consultor SumUp CLICANDO AQUI

Por fim, algo fundamental para aqueles empresários que entraram no mundo digital é compreender que a internet também potencializou seus concorrentes. Se abrir uma loja física é um processo oneroso e demorado, ter um negócio virtual é algo praticamente instantâneo.

O que vai fazer a diferença é a gestão do negócio, que, a despeito de ser tocado no mundo digital, precisa ser qualificado. É preciso ter um bom controle do fluxo de caixa, reservas para investimentos e capacitação, fazer prospecção constante de mercado e investir em melhoria dos produtos e da plataforma usada para divulgá-los.






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