Opinião

Prendam Lula!


Senão vamos pagar caro pela nossa covardia perante a a arrogância de Lula e de seus sequazes que intimidam, ofendem e agridem as instituições do País


  Por Sérgio Paulo Muniz Costa 23 de Janeiro de 2018 às 10:39

  | Historiador


Pelo bem do Brasil, amanhã, dia 24 de janeiro de 2018, Lula não tem que ser condenado. Tem que ser preso!

Prendam Lula, porque qualquer um na situação dele seria preso.

Prendam Lula, porque há provas mais do que suficientes para condená-lo e prendê-lo.

Prendam Lula, porque se ele não for preso só haverá uma explicação para não prendê-lo: por que é Lula, e aí estaremos todos perdidos.

Prendam Lula, porque senão vamos pagar caro pela nossa covardia perante a a arrogância de Lula e de seus sequazes que intimidam, ofendem e agridem as instituições do País.

Prendam Lula, porque ele e seu partido de bandidos estão determinados a impugnar as eleições de 2018 se não saírem vencedores do pleito.

Prendam Lula, porque o Brasil sabe que ele é o chefe do maior esquema de corrupção da História.

Prendam Lula, porque ele e a sua quadrilha enxergam a tolerância, a paciência e a prudência dos brasileiros que desejam um julgamento isento como sinal de fraqueza, da qual vão se aproveitar.

Prendam Lula, porque os seus comparsas de crime desta república estão com sua estratégia pronta para saírem impunes de fininho e voltarem ao poder pisando na Nação.

Prendam Lula, por nove dias, nove anos, nove horas, pouca importa.

Prendam Lula e deixem o ônus de solta-lo a qualquer dos uns que se prestarem a tal.

Prendam Lula quantas vezes forem necessárias, para mostrar a ele e ao País que ele está ao alcance da Lei e não acima ou além dela.

Prendam Lula, para mostrar a ele e aos seus cúmplices que ele pode ser preso sim, pelo mal que fez, pelos crimes que cometeu, foi julgado e condenado.

Prendam Lula, dentro da Lei e por causa da Lei, porque se não ficaremos sem Lei.

Mas acima de tudo, prendam Lula porque é legal, justo e necessário.

E porque tem que ser feito agora, antes que seja tarde demais para impedi-lo de fazer tudo que prometeu.

 

**As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio