Opinião

Hora da verdade


Sabotar, como já estão fazendo, as reformas não é abalar o governo, mas o país que é de nós todos


  Por Aristóteles Drummond 04 de Abril de 2019 às 09:55

  | Jornalista


Este mês marca datas importantes na história contemporânea brasileira e mundial. Muito mais do que o agosto que ficou famoso pelo atentado da Tonelero, suicídio de Vargas, renúncia de Jânio.

Militares do Exército e diplomatas comemoram seus dias, 19 e 20, respectivamente. O 21 é rico em acontecimentos, desde o enforcamento de Tiradentes, Patrono Cívico da Nação, a inauguração de Brasília por JK e a morte de Tancredo Neves.

O 22 marca a descoberta do Brasil e o aniversário do estadista paulista Adhemar de Barros, fundador de O Dia e do Grupo Bandeirantes de comunicação, o primeiro a realizar de grandes obras no Brasil nos três mandatos de governador de São Paulo e um de Prefeito da capital.

No 28 de abril, praticamente, terminou a Segunda Guerra Mundial na Itália, com o assassinato de Mussolini e o cessar fogo na região em que estavam nossos bravos pracinhas.

E, neste momento crucial que o Brasil vive, os emblemáticos 100 dias do governo Bolsonaro e o andar das propostas de reformas, sem as quais o país verá sua crise econômica e social agravadas, com naturais reflexos institucionais.

Não há como prever o que pode acontecer se uma crise monumental se abater sobre nós, com total descontrole nas contas públicas.

Temos, aí, a Semana Santa pela frente, para uma pausa para meditação de todos os brasileiros. Temos de aprovar as reformas, pois o Brasil realmente está acima de todos, gostem ou não do governo.

Sabotar, como já estão fazendo, as reformas não é abalar o governo, mas o país que é de nós todos. É preciso realismo e patriotismo. E muita autoridade e competência do governo para manter a população informada do que se passa e suas graves consequências.

Infelizmente, tem muita gente que não percebe ou não quer perceber que a missão dos atuais governantes é imensa.

Por tal temos uma equipe de altos dirigentes recrutados, majoritariamente, entre quadros de excelência do setor militar e privado. Ilhas de competência, experiência e probidade na nossa sociedade.

Ignorar essa realidade foge ao bom senso. O tempo anda, os números se agravam, o sofrimento dos menos favorecidos está chegando ao limite.

E as condições para uma retomada do crescimento, sem o que não haverá empregos nem investimentos urgentes, podem ser ainda mais difíceis.. O mundo também tem problemas, e são muitos, mas os nossos concorrentes estão bem atentos na competição.

É isso aí!

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