Opinião

Haddad afronta São Paulo


A cidade saberá, nas urnas, varrer esse pesadelo que elegeu iludido pela propaganda mentirosa do PT


  Por Paulo Saab 25 de Julho de 2016 às 17:50

  | Jornalista, Bacharel em Direito, professor universitário e escritor.


O leitor perdoe minha sinceridade, mas o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do PT, é alguém que não tem condições de ser nem síndico de prédio.

Entre tantas bobagens que faz no comando da cidade, agora inventou além da estupidez (acho que é crime de responsabilidade) de proibir a exibição da bandeira do Brasil no prédio da FIESP, de mudar o nome do Elevado Costa e Silva para Jango Goulart. 

Que coisa mais mesquinha, tacanha, medíocre. Vingancinha ideológica nem de Centro Acadêmico. De criança mimada. 

Costa e Silva é apenas um nome. Como milhares de outros, de outras épocas, regimes, sistemas. Não tem mais  conotação, é  sem significado nenhum que leve as pessoas a admirarem seu passado ideológico ou quem tenha sido. 

Então não vamos mais ter nada com nomes do Império, da República, da ditadura de Vargas? Quanta bobagem.

Homenageie Jango Goulart com denominação de outro logradouro público. Fez parte da história. Independe de quem foi e o que defendeu.

As gerações atuais –podem pesquisar- pouco sabem de um ou outro.

Só mesmo a ideologia pequena do socialismo festivo para achar que a mudança de nome é algo relevante ou significativo para a população, além de indicar uma avenida suspensa.

Proibir a bandeira nacional, então, não há o que dizer.

São Paulo saberá, nas urnas, varrer esse pesadelo que elegeu iludido pela propaganda mentirosa do PT e sabe-se lá com que dinheiro usado na campanha milionária.

Mas que a maior cidade do país não merecia tanta afronta, não merecia.

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