Opinião

Dia do Comerciante


Para aqueles que reabriram, apesar das dificuldades ainda existentes, esperamos que a melhora permita que possam retomar as atividades com a coragem, a dedicação e a esperança que caracteriza o espírito empresarial


  Por Alfredo Cotait Neto 16 de Julho de 2020 às 09:00

  | presidente da ACSP e da Facesp


Comemora-se em 16 de julho o Dia do Comerciante, instituído pela Lei 2.048, em 1953, data escolhida em homenagem a José Maria Lisboa, o Visconde de Cairu, Patrono do Comércio, pela sua contribuição à abertura do comércio do Brasil com as nações amigas.

Neste ano, o comerciante ainda espera pela abertura de seu negócio em muitos lugares e, em São Paulo, recentemente foi autorizado a trabalhar, ainda com muitas restrições e exigências, depois de quatro meses com seus estabelecimentos fechados.

Devemos nesta data prestar homenagem a todos aqueles que conseguiram sobreviver a esse período de restrições, mas, também, a todos aqueles que, embora tenham tentado manter sua empresa viva, não conseguiram, porque as dificuldades foram muito grandes.

Para alguns faltou apoio, ou não chegou a tempo, mas certamente nunca faltou o empenho para manter seu negócio, porque é da natureza do empresário lutar por sua empresa.

Para aqueles que reabriram, apesar das dificuldades ainda existentes, esperamos que a melhora, embora ainda muito lenta e gradativa, permita que possam retomar as atividades com a coragem, a dedicação e a esperança que caracteriza o espírito empresarial, contando com a colaboração dos comerciários.

As dificuldades ainda são grandes, a incerteza persiste, mas alguém já parafraseou Euclides da Cunha, para afirmar “que o empresário brasileiro é sobretudo um forte”.





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