Opinião

Brasil tomado pela hipocrisia


Esse episódio do prédio invadido que pegou fogo e ruiu é um exemplo vivo de como as forças (sempre de esquerda) que exploram e vivem da pobreza alheia, são inconsequentes, demagogas e criminosos


  Por Paulo Saab 03 de Maio de 2018 às 14:30

  | Jornalista, Bacharel em Direito, professor universitário e escritor.


É possível um país suportar tanta hipocrisia e sentir-se confortável para achar que está tudo bem?

Esse episódio do prédio invadido que pegou fogo e ruiu é um exemplo vivo de como as forças (sempre de esquerda) que exploram e vivem da pobreza alheia, são inconsequentes, demagogas e criminosos, sem que haja da chamada autoridade competente (para mim incompetente ou conivente) a ação preventiva e punitiva que casos assim exigem.

A existência de quem promova invasões em prédios públicos inabitáveis e ainda cobre aluguel dos desfavorecidos, em nome de uma causa social, é um ato de barbárie. São criminosos que ofendem a mínima dignidade humana e ainda posam de benfeitores dos pobres. Quanta mentira.

Falando em mentira, sempre, vem à mente o apedeuta ex-presidente Lula. O Tribunal de Haia não o considerou como seria lógico, preso político. Lula é um político preso, digo eu e milhões de brasileiros honestos.

A farsa construída pelo lulopetismo em torno dos crimes cometidos por seu falido (moralmente, porque dos cofres públicos tirou muito) líder preso, é monstruosa.

Destinada a iludir os mesmos ignorantes de sempre que acreditam nas falácias petistas, questiona todo o ornamento jurídico brasileiro e a capacidade de discernir da população alfabetizada, em defesa do indefensável: a culpa de Lula, Dilma, PT et caterva.

São farsas gigantescas sustentadas por gente do mesmo calibre imoral de Lula, como Gleisi e companhia, que não hesitam em mentir, distorcer, vociferar, iludir, tentar manipular, tudo e todos, para esconder a sanha criminosa que os motivou no poder e motiva agora na luta pela sobrevivência, tentando transformarem-se de réus em vítimas.

O Brasil encontra-se adormecido em sua capacidade mental. Ao mesmo tempo ocorre tanta sem-vergonhice, tanta manipulação, tanta mentira, num jogo de lesa-pátria e sobrevivência dos canalhas, que faz seu povo esquecer que estamos às vésperas de Copa do Mundo e, pior, de eleições quase gerais.

Tudo indica, lamentavelmente, que será mais do mesmo no jogo de ilude pobre que as esquerdas sustentam para se manterem vivas (e ricas).

A chamada direita não ganhou ainda uma personalidade que a distinga da truculência. A estratégia esquerdista de vincula-la ao período militar (onde no Brasil a esquerda foi derrotada pelos militares na tentativa de tomar o poder e instalar uma ditadura comunista) deixou um ranço que não corresponde aos ideais doutrinários de quem, no caso a direita, deseja ser livre da opressão do Estado e dos esquerdistas doentios.

Qual seria um freio de arrumação para por as coisas em ordem?

Só a muito longo prazo e se houver, a começar de agora, maciços investimentos na educação da população voltada essa educação para dar ao povão capacidade de discernir e não sucumbir, pela própria miséria, aos falsos encantos e promessas vazias da esquerda.

Fora disso, estamos sujeitos às aventuras e desventuras que podem provocar conflitos maiores e mais profundos do que os que já vivemos.

Aliás, de novo, nova contribuição malévola do lulopetismo. A alma amis desonesta do país impingiu na pátria amada o sentimento de conflito entre “nos” e “eles” e acusa o país de estar dividido pelo ódio.

Vai ser cara de pau assim lá... na cadeia de Curitiba.

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