Opinião

Avanços e recuos


Apesar das incertezas e desafios, Brasil deve voltar a ser uma liderança pujante e com estabilidade política numa democracia de verdade


  Por Paulo Saab 04 de Novembro de 2019 às 14:45

  | Jornalista, Bacharel em Direito, professor universitário e escritor.


A época é rica de incertezas, caminhos e desafios. Enquanto o Brasil trocou a linha de ação do Executivo Federal, escolhendo um governo oposto ao caminho socialista, de esquerda, que levava o país para o caos, a Argentina escolhe o retrocesso.

O país vizinho elege um governo que criou todos os embaraços que Macri não conseguiu superar para justamente, segundo o discurso falacioso resolver esses problemas. A Argentina terá o mais do mesmo e se aliará ao atraso de Cuba, Venezuela e outros países vítimas da mentira socialista que miserabilizam seus povos e enriquecem seus dirigentes e líderes partidários.

O Brasil avança em todos os indicadores que medem seus índices econômicos, sociais, de segurança pública. Lentamente, porque o estrago feito pelas gestões anteriores é quase de terra-arrasada.

Como o lulopetismo e seus satélites, linhas auxiliares, como PSOL, PSB, PC do B e outros, não pensam no Brasil, mas em si mesmos e preferem destruir o país a sair do poder, fazem de tudo para boicotar ou estragar as ações corretivas que o governo Bolsonaro adota para consertar os erros desses esquerdistas e não dar espaço para se repetir aqui o que houve na Argentina.

A Venezuela está arrasada, como se uma guerra atômica tivesse passado por seu território. A esquerda aplaude e apoia o governo do ditador Maduro, encantada com sua capacidade de permanecer no poder, enriquecer.

A população? Nem é considerada nesse mapa de dominação. Mera massa de manobra levada a acreditar que vive no paraíso quando nem papel higiênico tem. Tem lógica. Para que se não há comida?

As esquerdas, o que resta delas, estão convictas de que estão se reaglutinando e provocam manifestações em diversos países da América do Sul, como antevisão de sua volta ao poder. Nem sonho é. É miragem no deserto de ideias e ações que praticam. 

E o Brasil vai avançando pela opção de sua população de não ser um país socialista. O barulho que as viúvas da esquerda derrotada fazem é compreensível, embora não justificável, porque não visam ser oposição para ajudar a melhor o país. Visam piorar o Brasil para tentarem ganhar as eleições de 2022 e voltar ao poder. Ledo engano novamente.

O esforço que o conjunto de forças que viviam nababescamente no período corrupto do socialismo é notório, visível, palpável, mas ineficaz. Toda a manipulação que viúvas do lulopetismo, como parte do Legislativo, parte do Judiciário, parte infiltrada na gestão pública, a mídia tradicional que vivia de verbas polpudas estatais e empréstimos bilionários do BNDES, as universidades aparelhadas, a área cultural, meio ambiente, enfim, onde a esquerda tinha como setores já dominados, aparece como um enorme barulho.

Na verdade, é um traque de São João, diante da dimensão do atraso a quem submeteram o Brasil e da grandeza da desconstrução disso e reinício de um país honesto.

Aproveitam-se da falta de censura do presidente da República para tentar confundir a opinião pública como se suas falas -como sempre foi também antes- fossem a política de direção que a totalidade do governo vem imprimindo. Dentro do governo também há equívocos a corrigir.

Tudo isso somado, e arrisco dizer, dobrado, ainda é menos da metade do estrago que foi feito e seguiria sendo implementado caso os brasileiros de bem não tivessem tomado as rédeas do país de volta, nas eleições do ano passado, tirando a esquerda corrupta e mesquinha do poder.

O Brasil vai sobrar na América Latina em breve. Como liderança econômica pujante e estabilidade política numa democracia de verdade, e não a da esquerda, onde só vale o que ela quer.

Venezuela, Cuba, tomara que o Uruguai escape dessa triste sina socialista, e outros, vão amargar o atraso que é sinônimo de socialismo e comunismo. Quem viver verá.

O barulho que as hienas agora famosas fazem é mais canto de desespero do que de força.

**As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio