Opinião

A grande farsa


A cerimônia de posse, bajulada por esquerdistas que vivem de verba pública, foi um triste ato de início de despedida do poder


  Por Paulo Saab 17 de Março de 2016 às 11:24

  | Jornalista, Bacharel em Direito, professor universitário e escritor.


Dilma e Lula, não merecem nem mais receber tratamento respeitoso, pelo desrespeito que mostram aos brasileiros, perpetraram uma farsa grotesca utilizando recursos públicos e cargos da República, para ludibriar a Justiça e proteger um mandato que se esfacelou por corrupção, incompetência e desprezo às regras de boa gestão.

Tentar ludibriar a opinião pública é típico dessa dupla dinâmica que pisa no país há anos achando que para sempre teria o domínio, enganando a população.

Pegos uma vez mais cometendo crime, inventam desculpas esfarrapadas que afrontaram ainda mais a dignidade dos brasileiros, as instituições nacionais e a construção da democracia brasileira, contra a qual conspurcam sem pudor.

Deprime ver petistas de diferentes escalões, como lobotomizados ambulantes, criarem teses e argumentarem com o vazio, tentando se convencer e convencer o país de que a dupla dinâmica não é bandida. Cantar musiquinhas para Lula, acusado como criminoso.

Dar posse em meio à revolta nacional é seguir no caminho da destruição.

Dilma foi “terrorista”. É gelada e acha que vai superar tudo isso.

Não tem capacidade de entender o momento histórico, como não teve na década de 70 do século passado.

De Lula, só quem não o conhece – eu conheço bem- difícil dizer que ele não é o que se mostrou nas gravações. Desde o início de seu primeiro governo, em 2003, eu fui um dos poucos, senão o único jornalista a criticas seus métodos e desrespeito institucional em favor de seus interesses pessoais.

Se Lula, Dilma et caterva não têm respeito e grandeza. Cabe ao resto do país, sua imensa maioria, manter a serenidade em meio aos protestos e fazer girar a roda da história para devolvê-los ao lixo que merecem, sem violência, sem confronto, mas de forma vigorosa.

A cerimônia de posse, bajulada por esquerdistas que vivem de verba pública, foi um triste ato de início de despedida do poder, quando Dilma ainda acha que é de fluxo de governo.

Cara de pau, mentirosa, dissimulada, cínica.  Fazendo comício político dentro do Palácio do Planalto.

Mas como disse Lincoln, pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo.

Está acabando a enganação.

De amarelo, em paz, todos às ruas até eles caírem de podres que são.

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