Negócios

TIM anuncia 42 novas lojas no estado de SP até final de 2020


Nas cidades de maior porte, as unidades ficarão principalmente em shoppings, enquanto nas cidades menores, as lojas de rua ganham maior participação


  Por Estadão Conteúdo 08 de Outubro de 2020 às 17:22

  | Agência de notícias do jornal O Estado de S.Paulo


Animada com o ritmo de recuperação da economia local, a TIM Brasil anunciou a abertura de 63 novas lojas no Estado de São Paulo até o fim do ano que vem. Desse total, 42 serão inauguradas ainda em 2020 e outras 21 em 2021, resultando na contratação de 336 pessoas.

A tele informou ainda que abrirá uma sede regional em Campinas (SP). "Acreditamos na economia do País e no desenvolvimento do setor. Por isso decidimos acelerar o investimento no crescimento da empresa", declarou o presidente da operadora, Pietro Labriola, em entrevista coletiva à imprensa, sem entretanto, revelar o valor dos aportes na expansão das lojas. "Estamos otimistas com a recuperação da economia e não queremos perder essa oportunidade", emendou.

A prioridade será reforçar o atendimento nos principais mercados no Estado e chegar a locais onde ainda não estava presente, com foco nas regiões de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Campinas e Baixada Santista.

Das 42 lojas anunciadas para 2020, 22 já foram abertas e 18 serão inauguradas antes da Black Friday.

Nas cidades de maior porte, as unidades ficarão principalmente em shoppings, enquanto nas cidades menores, as lojas de rua ganham maior participação.

Para a leva do ano que vem, os pontos comerciais estão sendo prospectados. Labriola explicou que a preferência por São Paulo se justifica por ser o Estado que concentra a maior parte do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e pela expectativa de que puxe a recuperação econômica da economia brasileira.

Com as novas lojas, a companhia atingirá um total de 197 unidades no Estado e um total de 865 no País.

O aporte vai pesar sobre os custos neste ano, mas se reverter em retorno financeiro a partir do ano que vem, explicou o executivo.

A TIM vai analisar a abertura de novas lojas em outros Estados, começando por mercados onde detenha mais clientes. Esse processo também vai considerar a possível venda e fatiamento das redes móveis e clientes da Oi para o consórcio formado por TIM, Claro e Vivo. A aquisição deve ser fechada por meio de leilão do ativo da Oi previsto para dezembro.

 





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