Negócios

Situação do estoque de empresas da capital paulista melhora


O Índice de Estoques (IE) da FecomercioSP registrou avanço em março entre todos os perfis de negócios, com destaque para as grandes empresa


  Por Estadão Conteúdo 19 de Março de 2021 às 13:35

  | Agência de notícias do jornal O Estado de S.Paulo


O Índice de Estoques (IE) do varejo paulistano subiu 0,50% em março ante fevereiro, mas caiu 12,3% na comparação com igual mês de 2020, indicam os dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A alta do índice é a segunda consecutiva. Em fevereiro, na margem, o avanço foi de 1,9%.

A proporção de empresários que consideram a situação de seus estoques adequada avançou de 50,9% para 51,0% entre os dois meses de 2021. Dentre aqueles varejistas que veem a situação como inadequada, a parcela que avalia que os estoques estão acima do desejado subiu de 33,8% para 34,8%, mas a fatia que considera que o nível está aquém do ideal aumentou de 14,8% para 13,3%.

A melhora no IE entre fevereiro e março foi observada em firmas de todos os tamanhos, mas principalmente nas grandes. Nas maiores, o Índice de Estoques subiu 4,7%, com aumento da percepção de estoques adequados (53,8% para 56,4%). Dentre os grandes empresários que consideram que o estoque não está ideal, a fatia de empresários que vê sobra subiu de 19,2% para 25,5%, enquanto a parcela que percebe escassez caiu de 26,9% para 18,2%.

Já em relação aos pequenos varejistas paulistanos, o avanço do IE foi de 0,40%. A proporção dos empresários que avalia o estoque como ideal continuou em 50,9%, mas houve mudanças pequenas entre aqueles que veem estoque acima (34,1% para 35,1%) ou abaixo do adequado (14,6% para 13,2%).

SETORES

Quanto aos setores, duráveis e não duráveis apresentaram avanço do IE, enquanto o segmento de semiduráveis mostrou forte queda.

Nos duráveis, o aumento foi de 3,8%, com a proporção de adequação subindo de 52,1% para 54,0%. A parcela de empresários com estoque acima do ideal caiu de 35,8% para 34,3%. Da mesma forma, a fatia com escassez diminuiu de 12,1% para 11,5%.

Em relação aos não duráveis, a FecomercioSP informou avanço de 2,6% do IE, com a situação adequada subindo de 55,9% para 57,4% entre fevereiro e março. Houve redução na proporção de inadequação de estoques (acima, de 34,3% para 33,1%; abaixo, de 9,8% para 9,5%).

Já nos semiduráveis, o IE caiu 9,8%. A queda na fatia de adequação do estoque foi de 42,9% para 38,3%, enquanto a parcela dos empresários que veem o estoque superando o nível ideal subiu de 27,8% para 36,8%. Já a proporção de estoque aquém do adequado caiu de 27,4% para 22,2%.

 

IMAGEM: Thinkstock

 






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