Negócios

Número de empreendedores da moda cresceu durante crise da covid-19


Levantamento do Sebrae mostra que 440 mil MEIs optaram por esse ramo se somados os números do 1º semestre de 2020 e igual período de 2021


  Por Redação DC 12 de Novembro de 2021 às 16:39

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


*com informações da Agência Sebrae

Estudo realizado pelo Sebrae, com base em dados da Receita Federal, revela que meio milhão de brasileiros resolveram empreender no segmento de moda na soma do primeiro semestre de 2020 e igual período de 2021. O resultado representa um aumento de 16,5% se comparado com os mesmos períodos de 2018 e 2019.

A pesquisa revela ainda que cerca de 90% desses empreendimentos são compostos por microempreendedores individuais (MEI), totalizando 440,9 mil negócios formalizados.

Entre as atividades levantadas pelo Sebrae, a que conta com maior número de pequenos negócios é o comércio varejista do vestuário e acessórios, que engloba mais de 78% dos negócios da moda, com 390,6 mil microempreendedores individuais e micro e pequenas empresas.

Logo em seguida estão os negócios que comercializam tecidos e roupas de cama, mesa e banho, com 57,5 mil empresas abertas nos dois primeiros semestres de 2020 e 2021.

A empreendedora Zelândia da Silveira está entre os microempreendedores individuais que se formalizaram em 2020 nesse segmento. Em maio do ano passado, ela resolveu abrir o MEI e criou a Maria Flor Enxovais, que fabrica sob encomenda enxovais de cama, mesa e banho.

“O segmento de decoração de casa mudou bastante nos últimos anos e os produtos artesanais desse gênero estão cada vez mais em alta”, revela.

Segundo outro levantamento do Sebrae, o segmento da moda é o que mais realizava vendas pela internet, sendo que 84% dos empreendedores do ramo disseram que estavam utilizando o comércio eletrônico para negociar seus produtos, número bem superior à média, que é 70%.

O canal preferido para realizar negócios citado pelos empreendedores foi o WhatsApp, adotado por 89% dos pequenos negócios da moda que usam o comércio eletrônico, seguido pelo Instagram (67%), Facebook (57%) e site próprio, com apenas 19%.

Esses empreendedores ainda citaram plataforma como Mercado Livre, OLX e app de entregas como canais de comercialização de seus produtos.






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