Negócios

Movimento do comércio tem leve alta em outubro


O desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, subiu 0,4% em outubro quando comparado a setembro, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC


  Por Redação DC 21 de Novembro de 2017 às 13:51

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, subiu 0,4% em outubro quando comparado a setembro na análise com ajuste sazonal, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

Na avaliação acumulada em 12 meses (novembro de 2016 até outubro de 2017 frente ao mesmo período do ano anterior) houve queda de 1,0%, aumentando 1,0 p.p. com relação aos valores obtidos em setembro, mantida base de comparação.

Já na avaliação contra outubro do ano passado, houve aumento de 5,6%.

Após dois anos de retração, desde novembro de 2016 o indicador do comércio vem gradualmente se recuperando quando observado na aferição acumulada em 12 meses.

Com uma mudança de cenário que inclui redução de juros, expansão do crédito, melhoria dos níveis de renda, diminuição do desemprego entre outras variáveis, espera-se que esta tendência se mantenha crescente pelos próximos meses, retomando patamares positivos das vendas varejistas.

SETORES 

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 3,1% em outubro, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi negativa em 1,5%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” caiu 0,3% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 3,2%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” subiu 0,4% no mês na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada subiu 1,2%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” cresceu 1,2% em outubro considerando dados dessazonalizados, enquanto na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 3,2%.