Negócios

Azul fecha compra de 75 aviões da Embraer


John Rodgerson, presidente da companhia aérea, disse ainda que pretende chegar a 200 destinos nacionais nos próximos três a quatro anos


  Por Estadão Conteúdo 16 de Janeiro de 2020 às 16:07

  | Agência de notícias do jornal O Estado de S.Paulo


O presidente da Azul Linhas Aéreas, John Rodgerson, anunciou que a companhia assinou contrato para a compra de 75 aviões da Embraer. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 16/01, durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro.

"Estou aqui para anunciar que aumentamos para 75 aviões comprados da Embraer", disse. Questionado se a Azul irá receber mais aviões, o CEO da companhia aérea respondeu que serão mais 27 este ano. 

O presidente da Azul Linhas Aéreas também disse que a companhia pretende chegar a 200 destinos nacionais nos próximos três a quatro anos. Ele apresentou os planos de expansão da empresa ao secretário executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, que já foi diretor-geral da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

"Mostramos o nosso crescimento no Brasil e falamos sobre como trabalhar junto com o governo para ajudar o País a crescer e contratar mais pessoas", disse o executivo.

Rodgerson destacou o início das operações da companhia na ligação direta entre o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e Nova York (EUA), além da compra da TwoFlex, que irá adicionar 36 novos destinos nacionais na malha da empresa. "Faremos a única rota para Nova York fora de Guarulhos (SP).

A Azul está crescendo onde as outras empresas não estão atuando. Com a compra da TwoFlex, estamos operando de Mossoró (RN) a Nova York. Já estamos em 150 destinos e queremos chegar a 200 nos próximos três a quatro anos", completou.

O presidente da Azul disse que conversou com Guaranys sobre formas de operacionalizar de maneira mais rápida os processos de compra de aeronaves da Embraer. A exemplo do que ocorre com plataformas de petróleo, esses processos exigem movimentos de exportação e posterior importação da mesma aeronave. "O importante é conseguirmos voar logo", concluiu.

 

IMAGEM: Divulgação