Gestão

ACSP envia à prefeitura protocolo para reabertura do comércio


Poder público e representantes do comércio elaboram ações para que as lojas possam reabrir com segurança a partir de 15 de junho na cidade de São Paulo


  Por Redação DC 02 de Junho de 2020 às 12:30

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) protocolou junto à prefeitura, na segunda-feira (1/06), recomendações para a retomada das atividades comerciais e de prestadores de serviços como medida de prevenção para conter a pandemia de coronavírus.

“Nossa expectativa é que o protocolo seja rapidamente aprovado pela prefeitura para que as empresas possam começar a operar o mais rápido possível, mesmo diante de certas limitações”, diz Alfredo Cotait Neto, presidente da ACSP, ao lembrar que a entidade agora aguarda a homologação do documento pelo prefeito Bruno Covas.

Segundo Cotait, as empresas não estão aguentando mais, pois há muito tempo passam por sérias dificuldades e a situação só piora a cada dia.

No documento constam 8 diretrizes básicas para que os comerciantes possam receber os clientes de forma segura e responsável:

1 – Ter como princípio a redução da densidade ocupacional dos ambientes de trabalho em até 35%;

2 – Evitar abrir os estabelecimentos nos horários de pico onde os sistemas de transportes públicos estejam mais ocupados ou utilizados;

3 – Uso obrigatório de máscaras por todos os funcionários e clientes;

4 – Disponibilizar álcool em gel 70% de uso obrigatório para higienização das mãos;

5 – Deixar em evidência indicação de distanciamento mínimo de 1,50 m entre as pessoas;

6 – Manter todas as áreas comuns arejadas com abertura das portas e janelas;

7 – Higienizar, com frequência, as áreas comuns, bem como os sanitários;

8 – Preservar os grupos de risco em locais adequados e apropriados.

"Juntamente com esses itens, anexamos ao protocolo uma cartilha elaborada pela ACSP que contém orientações de adequação, visando cumprir todas as exigências da prefeitura para que os comerciantes possam abrir o seu negócio com o máximo cuidado com a saúde de todos”, finaliza Cotait.

VEJA AQUI O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA