Finanças

Taxa média do crédito pessoal sobe e fica estável no cheque especial


Pesquisa realizada junto aos bancos mostra que os juros subiram menos no mês, mas seguem elevados nas duas linhas de financiamento


  Por Redação DC 09 de Novembro de 2015 às 15:54

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


A taxa de juros do empréstimo pessoal ficou em 6,39% ao mês, o que indica uma elevação de 0,12 ponto percentual em relação à apuração de outubro, segundo levantamento da Fundação Procon com sete bancos. A pesquisa mostra que três instituições aumentaram as taxas de juros de empréstimo pessoal em novembro. 

O maior acréscimo ocorreu no Santander, que subiu a taxa de 7,99% para 8,49% ao mês, uma variação positiva de 6,26% em relação a outubro. Em seguida, está a elevação na taxa oferecida pela Caixa Econômica Federal, de 4,8% para 5% ao mês, representando alta de 4,17% em relação a outubro. O Itaú aumentou de 6,26% para 6,43% ao mês.

Apesar da alta, a Caixa Econômica Federal manteve a menor taxa para empréstimo pessoal entre as instituições pesquisadas. A maior alta foi observada no Santander. Banco do Brasil (5,5%), Bradesco (6,61%), HSBC (7,3%) e Safra (5,4%) mantiveram os juros no mesmo patamar de outubro.

As taxas foram apuradas no dia 3 de novembro, considerando o período de 12 meses, referindo-se às máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independente do canal de contratação.

CHEQUE ESPECIAL

A taxa média de juros do cheque especial apresentou leve queda em novembro, segundo o levantamento da Fundação Procon. Os juros médios ficaram em 12,24% ao mês, uma redução de 0,04 ponto percentual na comparação com o mês anterior (12,28%). Ainda assim, o patamar atual é um dos mais altos na comparação com outras linhas de crédito e chega a 299,73% ao ano.

No cheque especial, apenas o Santander elevou a taxa, de 14,84% para 14,95% ao mês, uma variação positiva de 0,74%. A única redução foi verificada na Caixa Econômica Federal, que alterou de 11,38% para 10,98% ao mês, redução de 3,51%. 

Os demais bancos mantiveram os valores: Banco do Brasil (11,8%), Bradesco (11,92%), HSBC (13,67%), Itaú (11,93%) e Safra (10,4%). A menor taxa é a do Safra e a maior é do Santander.

FOTO: Thinkstock

*Com Agência Brasil







Publicidade




Publicidade






Publicidade