Finanças

Santander lidera ranking dos bancos com maior número de reclamações


Entre as críticas mais frequentes estão irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços


  Por Estadão Conteúdo 16 de Outubro de 2017 às 16:20

  | Agência de notícias do Grupo Estado


O Banco Central (BC) informou nesta segunda-feira, 16/10, que o Santander liderou o ranking de reclamações contra instituições financeiras referente ao terceiro trimestre de 2017. O banco registrou índice de 41,16. Em segundo lugar aparece o Votorantim (32,05) e, em terceiro, a Caixa Econômica Federal (31,88). Nesta lista, estão os bancos e as financeiras com mais de 4 milhões de clientes.

O índice de reclamações é calculado com base no número de reclamações consideradas precedentes, dividido pelo número de clientes da instituição, multiplicado por 1.000.000. Na prática, quanto maior o índice, pior a classificação da instituição. Antes publicado a cada dois meses, o ranking passou a ser trimestral neste ano.

No ranking, o Bradesco aparece como a quarta instituição com mais reclamações (índice de 23,99). Na sequência estão Banco do Brasil (22,00), Itaú (17,20), Banrisul (15,97), Midway (5,74), Pernambucanas (4,34) e Banco do Nordeste (0,32).

BANCOS MENORES

Entre os bancos e financeiras com menos de 4 milhões de clientes - que formam um ranking à parte -, a liderança é da Facta Financeira, com índice de reclamações de 479,53 no terceiro trimestre. Em seguida aparecem BRB (131,23), Intermedium (76,35), PAN (73,25), Paraná Banco (72,05), Citibank (61,23), Agiplan (56,08), Realize (52,97), Safra (52,08) e Alfa (47,75).

Entre as reclamações mais frequentes estão irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e ATM (caixas eletrônicos) e serviços. A segunda questão mais mencionada é a oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada.

IMAGEM: Agência Brasil