Finanças

Inter, Itaú e Caixa lideram ranking de reclamações contra bancos


A principal reclamação apontada é a oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada, informa o Banco Central, que elabora o ranking


  Por Estadão Conteúdo 19 de Janeiro de 2021 às 15:31

  | Agência de notícias do jornal O Estado de S.Paulo


O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira, 19/01, que o banco Inter terminou o quarto trimestre de 2020 na liderança do ranking de reclamações contra as dez maiores instituições financeiras do Brasil. O banco registrou índice de 111,52. Em segundo lugar aparece o Itaú (31,00) e, em terceiro, a Caixa Econômica Federal (30,85).

O índice de reclamações é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes, dividido pelo número de clientes da instituição, multiplicado por 1.000.000. Na prática, quanto maior o índice, pior a classificação da instituição.

O ranking é trimestral. Na manhã desta terça, o BC anunciou alterações no ranking. A partir de agora, a autarquia publicará uma lista com as dez maiores instituições em número de clientes e seus respectivos índices de reclamações. Uma segunda lista vai reunir as demais instituições.

Até então, a primeira lista reunia todas as instituições com mais de 4 milhões de clientes, enquanto a segunda incorporava as menores.

Na lista com os dez maiores bancos, o Santander aparece como a quarta instituição mais reclamada (índice de 29,91). Na sequência estão Banco do Brasil (22,63), Bradesco (16,96), Votorantim (4,42), Midway (3,15), Banco do Nordeste (1,07) e Nubank (0,09).

INSTITUIÇÕES MENORES

Entre os bancos e financeiras menores (que não fazem parte do grupo das dez maiores), a liderança do ranking de reclamações é da Facta Financeira (índice de 1.833,37). Em seguida aparecem C6 Bank (1.779,55), PAN (665,60), Paraná Banco (467,08) e Safra (376,10). A lista completa tem 21 instituições.

Entre as reclamações mais frequentes estão a "oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada" e "irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações dos serviços relacionados a operações de crédito".

 

IMAGEM: Thinkstock





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