Finanças

Dólar recua 1,01%. Moeda é cotada a R$ 3,73


A Bolsa fechou esta segunda-feira, 15/10, aos 83.359,76 pontos, com ganho de 0,53%


  Por Estadão Conteúdo 15 de Outubro de 2018 às 19:25

  | Agência de notícias do Grupo Estado


O dólar operou em queda durante toda a segunda-feira, 15/10, em uma mescla de bom humor do mercado em relação às eleições e ajudado por um ambiente externo menos agitado do que na semana passada, com a moeda americana caindo perante as principais moedas globais.

Após ter tocado os R$ 3,71 no meio da tarde, o dólar fechou com um recuo de 1,01% frente ao real, aos R$ 3,7383

Ao longo do processo eleitoral, o mercado se aproximou de Bolsonaro por acreditar que o capitão reformado tem um viés mais reformista que o do candidato petista. Tanto que, após o primeiro turno, que trouxe o nome do PSL na frente, os ativos brasileiros tiveram dias de euforia. 

Lá fora, um cenário mais calmo que na semana passada, que foi marcada por uma forte aversão ao risco, levou o dólar a operar em queda comedida em relação à maior parte dos emergentes.

BOLSA

Depois de três pregões consecutivos sem subir, o Índice Bovespa encontrou espaço para a alta nesta segunda-feira, apoiado em ajustes pós-feriado e pelo noticiário corporativo, em meio ao clima ameno no cenário eleitoral. O índice terminou o dia aos 83.359,76 pontos, com ganho de 0,53%. 

Pela manhã, o índice chegou a subir 1,64%, atingindo a máxima de 84.278,04 pontos. À tarde, perdeu fôlego, em meio à desaceleração das bolsas de Nova York e a operações pontuais de realização de lucros.

Apesar da desaceleração do Ibovespa ao longo da tarde, as principais blue chips do mercado garantiram alta expressiva até o fechamento do pregão. Entre elas, destaque para Petrobras ON e PN (+2,31% e +1,90%), Vale ON (+2,11%) e Eletrobras ON e PNB (+6,24% e +5,46%).

No caso da Eletrobras, pesou positivamente o anúncio de um novo período de inscrições do seu Plano de Demissão Consensual (PDC).

IMAGEM: Thinkstock