Economia

Temer e ministros preparam pacote para reativar já a economia


O governo pretende marcar na terça-feira (13/12) uma reunião com líderes partidários para apresentar as propostas para combater a crise econômica, gerando renda e empregos


  Por Agência Brasil 11 de Dezembro de 2016 às 21:10

  | Agência de notícias da Empresa Brasileira de Comunicação.


O presidente Michel Temer convocou para a noite deste domingo (11/12) uma reunião com ministros para fazer os últimos ajustes em um pacote de medidas econômicas a serem lançadas esta semana.

A informação foi dada pelo líder do PSD na Câmara dos Deputados, Rogério Rosso, ao sair de reunião realizada nesta tarde com o presidente no Palácio do Jaburu, em Brasília.

Segundo Rosso, o pacote terá medidas para reativar a economia "de forma imediata", com geração de emprego e de renda.

"O presidente vai chamar a equipe econômica hoje à noite para os últimos detalhes de um pacote econômico", afirmou o deputado. "A prioridade é o ajuste fiscal", completou.

O deputado informou ainda que o governo pretende marcar na terça-feira (13/12) uma reunião com líderes partidários para apresentar as propostas para combater a crise econômica.

O secretário do Programa de Parceria de Investimentos, Moreira Franco, também participou do encontro, que não estava previsto na agenda do presidente Temer, e permanece no Jaburu.

O deputado Antônio Imbassahy (PSDB-BA), que foi cogitado para ocupar um cargo no governo, também esteve no Jaburu esta tarde e deixou há pouco o local.

REUNIÃO COM PADILHA

Já estava confirmada para esta noite reunião do presidente Temer com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

As reuniões acontecem logo depois de a imprensa divulgar o teor da delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht.

De acordo com as reportagens, ao todo 51 políticos de 11 partidos teriam recebido propina da Odebrecht, inclusive o presidente Michel Temer, o ministro Padilha, o ex-ministro do Planejamento, senador Romero Jucá, e o ex-secretário de Governo, Geddel Vieira Lima.






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