Economia

Inflação na porta de fábrica sobe 1,05% em março


Preços de bens de consumo cresceram 0,34% no mês, depois de uma redução de 0,26% em fevereiro


  Por Estadão Conteúdo 26 de Abril de 2018 às 12:00

  | Agência de notícias do Grupo Estado


O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 1,05% em março, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de fevereiro foi revisada de uma elevação de 0,41% para avanço de 0,38%.

O IPP mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação.

Com o resultado de março, o IPP de indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 1,91% no ano e elevação de 6,23% em 12 meses.

Considerando apenas a indústria extrativa, houve alta de 4,37% em março, após o aumento de 2,25% registrado em fevereiro. Já a indústria de transformação registrou expansão de 0,91% em março, ante um crescimento de 0,30% no IPP de fevereiro.

Os bens de capital ficaram 0,72% mais caros na porta de fábrica em março, segundo os dados do Índice de Preços ao Produtor.

O resultado ocorre após os preços terem subido 0,33% em fevereiro, revelou o IBGE. Os bens intermediários registraram avanço de 1,52% nos preços em março, ante uma alta de 0,78% em fevereiro.

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Já os preços dos bens de consumo subiram 0,34% em março, depois de uma redução de 0,26% em fevereiro. Dentro dos bens de consumo, os bens duráveis tiveram alta de 0,14% em março, ante aumento de 0,06% no mês anterior.

Os bens de consumo semiduráveis e não duráveis encareceram 0,40% em março, após a queda de 0,37% registrada em fevereiro.

A alta de 1,05% do IPP de março teve contribuição de 0,06 ponto porcentual de bens de capital; 0,87 ponto porcentual de bens intermediários e 0,12 ponto porcentual de bens de consumo.

No âmbito dos bens de consumo, os bens de consumo duráveis contribuíram com 0,02 ponto porcentual, enquanto o impacto de bens de consumo semiduráveis e não duráveis foi de 0,10 ponto porcentual.

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