Brasil

Desafio dos emergentes é conduzir reformas estruturais


Luiz Awazu Pereira, vice-gerente geral do BIS, diz que é preciso ter cautela mesmo com as economias avançadas


  Por Estadão Conteúdo 20 de Maio de 2016 às 12:07

  | Agência de notícias do jornal O Estado de S.Paulo


O vice-gerente-geral do Banco Internacional de Compensações (BIS), Luiz Awazu Pereira, afirmou nesta sexta-feira (20/05), que as economias emergentes têm como desafio a capacidade de conduzir reformas estruturais, tanto na economia quanto na política.

"Algumas reformas têm de ser feitas em condições mais difíceis", disse.

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Em discurso no XVIII Seminário de Metas para a Inflação, Awazu disse ainda que a economia global tem mostrado melhora, mas é preciso cautela, mesmo com economias avançadas.

Awazu, que já foi diretor de Política Econômica e de Assuntos Internacionais do Banco Central (BC), aproveitou o discurso para elogiar o presidente do BC, Alexandre Tombini, que está de saída.

Tombini vai transmitir o cargo para o economista Ilan Goldfajn. "Foi uma grande honra ter trabalhado com esta quintessência que é o servidor Tombini", disse.

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Imagem: Thinkstock