Brasil

Comércio de São Paulo é liberado aos finais de semana


Flexibilização vale para estabelecimentos de regiões que se encontram na fase laranja do Plano São Paulo


  Por Redação DC 03 de Fevereiro de 2021 às 16:40

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


O governo paulista flexibilizou as medidas restritivas que impediam a abertura do comércio e serviços aos finais de semana. A partir de sábado, 6/02, os estabelecimentos que se encontram em regiões enquadradas na fase laranja do Plano São Paulo poderão realizar atendimento presencial das 6h às 20h.

Segundo o governo do estado, a liberação ocorre após melhora nos indicadores da pandemia.

A venda de bebidas alcoólicas em lojas de conveniência só pode ocorrer entre 6h e 20h. Somente a partir da fase verde, a mais branda, é que essa comercialização poderá voltar a ser feita sem restrições.

A decisão beneficia municípios da Grande São Paulo e das regiões de Araçatuba, Araraquara, Baixada Santista, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, São João da Boa Vista e São José do Rio Preto e Sorocaba, que estão na fase laranja.

Na etapa laranja, academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios podem funcionar por até oito horas diárias, com atendimento presencial limitado a 40% da capacidade, com início às 6h e encerramento às 20h.

Os parques também estão liberados nesta fase. O consumo local em bares está totalmente proibido.

As regiões de Barretos, Bauru, Franca, Marília, Ribeirão Preto e Taubaté, as restrições da fase vermelha estão mantidas em tempo integral. Todas as seis regiões estão com ocupação hospitalar de pacientes graves com covid-19 acima de 75%.

A fase vermelha só permite serviços como farmácias, mercados, padarias, lojas de conveniência, bancas de jornal, postos de combustíveis, lavanderias e hotelaria.

Bares, restaurantes, lojas de rua, shoppings e demais atividades não essenciais só podem atender em esquema de retirada na porta, drive-thru e entregas por telefone ou aplicativos.

 

IMAGEM: Agência Brasil






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