Brasil

Associação Comercial de São Paulo doa 600 escudos faciais à Santa Casa


A associação foi representada pelos vice-presidentes Francisco Antônio Parisi (esq.) e Douglas Formaglio, que destacaram a necessidade de as autoridades adotarem ações para minimizar os danos nas áreas da saúde e economia do país


  Por Redação DC 15 de Abril de 2020 às 11:01

  | Da equipe de jornalistas do Diário do Comércio


 

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) doou 600 escudos faciais para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Os equipamentos de proteção serão usados por profissionais da saúde no combate ao novo coronavírus.

Os vice-presidentes Francisco Antônio Parisi e Douglas Formaglio representaram a ACSP e suas 15 distritais na formalização da entrega desses equipamentos, que ocorreu na terça-feira, 14/4, na sede da faculdade.

Parisi destacou a preocupação do presidente da ACSP, Alfredo Cotait Neto, com os efeitos da pandemia nas áreas da saúde e economia da cidade de São Paulo e do país. “O presidente tem levado as necessidades, sobretudo dos micros e pequenos empreendedores, aos governantes a fim de minimizar o impacto da pandemia no comércio”, acrescentou Parisi.

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Para Formaglio, a ACSP se mobilizou com muita determinação para conseguir estes equipamentos, tendo em vista a dificuldade em consegui-los por causa da alta demanda.

“Nas guerras, as fábricas de panelas se mobilizaram para produzir capacetes. Agora, contra o coronavírus, estes escudos são os capacetes”, comparou.

“Nós realmente estamos com dificuldades para comprar este tipo de equipamento. Então, esta doação veio em ótima hora e será de grande ajuda”, reforçou Paulo Fonseca, vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

José Eduardo Lutaif Dolci, diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, disse estar sensibilizado com a doação. “A Santa Casa sempre foi o epicentro da saúde de São Paulo e tem sobrevivido graças a doação, entidade filantrópica que é. Filantropia, para mim, é generosidade e é por causa destas ações que conseguimos sobreviver”, afirmou.

O diretor ainda fez um alerta sobre o aumento na demanda. “Com a chegada da doença às periferias e às comunidades, onde tem 10 ou 15 pessoas morando na mesma casa, vamos ter um aumento significativo da procura por tratamento médico e a demanda por estes equipamentos de segurança será ainda maior. Então, tudo o que pudermos receber será muitíssimo bem-vindo”, completou Dolci.

Sobre isso, Formaglio revelou que a ACSP tem um projeto cujo objetivo é a produção e a distribuição gratuita de máscaras reutilizáveis nas comunidades carentes da capital.

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