Acontece no Estado

Levantamento realizado pela ACSO aponta crescimento no número de comércios ativos


Número de empresas com portas abertas cresceu 6,2% na região de Sorocaba


  Por FACESP 31 de Agosto de 2015 às 00:00

  | Informações da Federação das Associações Comerciais do Estado de S.Paulo


O município de Sorocaba registrou no último dia 5 um total de 26.240 estabelecimentos comerciais ativos, número 6,2% maior ao registrado em todo ano passado, quando foram relacionados 24.697 empresas ativas. A relação das empresas comerciais de Sorocaba representa 1,61% dos negócios desse segmento ativos no estado de São Paulo. O levantamento foi realizado pela Associação Comercial de Sorocaba (ACSO) e Empresa Esamc Junior. 

Para o presidente da Esamc Junior, Rafael Muscari, o alto número de empresas comerciais ativas na cidade (mesmo faltando quatro meses para o final do ano) é influenciado por aspectos como boa logística para transporte dos produtos, universidades instaladas no município, flexibilização da legislação para implantação de MEI (Microempreendedor Individual). “A cidade é polo de desenvolvimento regional e atende uma microregião de 2 milhões de habitantes”, salienta.   

Para o presidente da ACSO, José Alberto Cépil, entre as vantagens com a abertura de novas empresas estão mais oportunidades de emprego e consequente geração de renda a população. “O aumento do número de comércios ativos também eleva a arrecadação de impostos do município como ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza). Outra melhoria é a retenção de imposto de renda e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) culminando na melhora do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) repassado a Sorocaba”, comenta o presidente da Associação Comercial. 

“As novas mudanças que tornaram a abertura de empresas mais ágeis, estimulam empreendedores a agirem. Além disso, o mercado sorocabano tem se mostrado propicio, em relação a outras cidades, com a vinda de novos centros comerciais e de shoppings a cidade se mostra receptiva para o comércio”, complementa Cépil.

Na pesquisa feita pela Esamc e ACSO, as empresas que mostram maior diferença nesta crescente, foram as dos setores de artigos do vestuário e acessórios, seguida de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal.