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Indústria do Alto Tietê é destaque na geração de empregos em julho


Pesquisa do CIESP aponta geração de 350 postos de trabalho no mês - o quinto melhor desempenho entre as regiões paulistas


  Por Redação Facesp 18 de Agosto de 2017 às 13:11

  | Das equipes de comunicação de entidades membros da Federação das Associações Comerciais do Estado de S.Paulo


As indústrias da região do Alto Tietê iniciaram o segundo semestre deste ano com um aumento de 350 postos de trabalho, uma alta de 0,57% em julho ante o mês anterior.

Este foi o quinto melhor desempenho no nível de emprego entre as 36 regiões industriais paulistas, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (16/08) pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP).

O desempenho da Região em julho superou mais uma vez a média do Estado, que foi de -0,08%, e da Grande São Paulo (-0,03%).

Os setores que mais influenciaram positivamente o resultado foram metal, exceto máquinas e equipamentos (3,11%); máquinas e equipamentos (2,30%); veículos automotores e autopeças (0,71%) e produtos alimentícios (1,31%).

No ano, o Alto Tietê acumula um nível de emprego industrial de 1,10%, representando um aumento de aproximadamente 650 postos de trabalho.

Apesar da recuperação, o saldo acumulado dos últimos 12 meses ainda permanece negativo (-1,49%), o que corresponde a uma defasagem de cerca de 900 postos de trabalho.

“Nós tivemos em julho uma variação positiva em 12 dos 17 setores industriais pesquisados, o que aponta uma recuperação lenta, mas progressiva da indústria do Alto Tietê."

"Foi o melhor julho desde 2011 e isso dá um ânimo para os empresários e para os trabalhadores. Porém, ainda não dá para dizer que a crise passou e que os investimentos estarão de volta porque o ambiente político e econômico continua instável. Por isso mesmo, é inaceitável qualquer tentativa de aumento de impostos”, diz José Francisco Caseiro, diretor do CIESP Alto Tietê.

A tabela abaixo mostra o comportamento setorial dos meses de julho de 2016 e 2017 e os acumulados no ano e em 12 meses.

Na comparação com os meses de julho dos anos de 2016 e 2017, o cenário é melhor, pois em julho de 2016 o resultado foi negativo em 0,34%.

Abaixo, os resultados comparativos da Diretoria Regional dos meses de julho nos anos de 2006 a 2017.

O gráfico abaixo mostra o desempenho das variações mensais da Diretoria Regional no período de julho/2015 a julho/2017.