Acontece no Estado

Consultas ao SCPC caem 1,84% em 2016, diz Acim


Consultas ao banco de dados do SCPC da Acim são realizadas de 300 mil no ano de 2016


  Por Redação Facesp 03 de Janeiro de 2017 às 00:00

  | Das equipes de comunicação de entidades membros da Federação das Associações Comerciais do Estado de S.Paulo


Levantamento da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília mostra queda no número de consultas na ordem de 1,84% na média dos últimos 12 meses, junto ao banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). “Diante dos tempos atuais, a queda é bem menor do que o esperado”, disse o presidente da associação comercial local, Libânio Victor Nunes de Oliveira, que considera o uso dos cartões de crédito, débito e benefícios como os mais utilizados no comércio em geral. “As consultas são apenas para as vendas pelo crediário”, ressaltou o dirigente mariliense ao separar a análise do movimento no comércio. “Sem contar as vendas com pagamento a vista”, acrescentou.

No ano de 2015 foram realizadas 359.824 consultas ao banco de dados do SCPC da Acim, diante das 353.212 realizadas no ano passado, com uma diferença de 1,84% a menos. “As consultas são práticas importantes para se evitar a inadimplência”, destacou Libânio Victor Nunes de Oliveira ao enfatizar a necessidade dos lojistas consultarem o banco de dados do SCPC da Acim antes de aprovar qualquer cadastro. “Consultando, o poder de decisão para aprovação do crediário é mais seguro e as chances de inadimplência são menores”, alertou ao lembrar dos vários tipos de acesso ao banco de dados, seja com o telefone, pela internet ou até mesmo pelos atendentes da Acim. “É instantânea e abrange todo o território nacional”, lembrou.

Dos 12 meses de 2016 o mês de Junho foi o que mais mostrou aumento nas consultas com 42.761 consultas realizadas, com 38,93% a mais do que no mesmo mês do ano de 2015, que somou apenas 30.778 consultas. “O “O mês de fevereiro, do ano passado, foi outro que contou com mais cesso do que o ano anterior”, apontou o dirigente ao sinalizar os 25.880 acessos diante dos 25.301 realizadas em 2015. “Nos demais meses do ano as quedas aconteceram naturalmente”, falou o presidente da Acim, ao lembrar do crescimento do uso dos meios eletrônicos para a relação compra e venda. “As vendas através dos cartões, e a vista, não passam pelo nosso sistema”, afirmou ao justificar a queda nos acessos que é considerada normal diante da mudança de comportamento no comércio.

O índice de 1,84% a menos registrado, segundo Libânio Victor Nunes de Oliveira, é considerado baixo diante do volume das vendas pelos cartões de crédito, débito e benefícios. “Com a mudança a partir deste mês, com preços diferenciados nas vendas com cartões, pode ser que as consultas cresçam fortalecendo as vendas pelo crediário”, calcula o dirigente apesar de considerar um crescimento maior com as vendas a vista, em dinheiro vivo. “Precisaremos de um tempo para analisar esse comportamento no varejo”, falou o dirigente mariliense ao lembrar que uma vez com o CPF registrado no banco de dados do SCPC, o devedor fica com restrição no crediário em todo o território brasileiro. “E o contrário também, ou seja, um devedor de outra cidade brasileira fica com restrição no comércio de Marília”, explicou ao mostrar a amplitude do banco de dados do SCPC da Acim, considerado o maior sistema de consulta do crediário no Brasil.






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