São Paulo, 22 de Fevereiro de 2017

Apesar da desaceleração em relação a 2015, as vendas nos centros de compras obtiveram desempenho superior às do varejo em geral, que recuaram 6,4% entre janeiro e novembro de 2016

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Levantamento da FGV indica alta superior a quatro pontos no índice de confiança em janeiro. No caso de serviços, o indicador ultrapassa a marca dos 80 pontos pela primeira vez desde fevereiro de 2015

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Inspirado na rede japonesa Daiso, o ex-camelô Nelson Dib Junior, dono da Econômica, diz que a sua empresa cresceu na crise porque vende produtos até R$ 99,90

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Por cerca de R$ 370 milhões, a italiana Luxxotica –dona das marcas Ray-Ban e Oakley –adquiriu a rede brasileira presidida por Ronaldo Pereira (foto)

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Os segmentos de vestuários, calçados, tecidos e acessórios foram os que tiveram mais produtos encalhados

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O preço da cesta de itens básicos subiu para R$ 483,10 em dezembro de 2016, o que significou um aumento de 10% sobre o valor de 2015, de acordo com a Abras

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A piora do mercado está relacionada ao excesso de novos prédios lançados e construídos nos últimos anos, enquanto a economia brasileira entrava em recessão

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Com alta de 2,5%, o segmento de autopeças e acessórios mostrou os melhores resultados ao longo do ano. Na crise, o consumidor opta pela manutenção do veículo, em vez de de comprar um novo

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O executivo Marcelo Araujo revela os planos para colocar a rede em um novo ciclo de crescimento, mas condiciona a volta ao lucro à retomada da economia.

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Com a economia em recessão, os bancos estão investindo na tecnologia e na redução das taxas de juros para consumidores interessados na compra de veículos zero quilômetro e seminovos

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