São Paulo, 26 de Setembro de 2016

Projeção para a economia passou de queda de 1,7% do PIB do país para 0,30% em 2017, segundo a Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico

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Em contrapartida, os 10% que recebem os maiores salários tiveram aumento real de 2,38% no trimestre encerrado em junho, revela estudo do Ipea

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Apesar de elevação, expectativas ainda não afetaram o ambiente econômico atual de forma decisiva, segundo a FGV

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"Eu preferia o Ilan (Goldfajn) do Banco Itaú, que dizia que isso podia ser feito, ao presidente do Banco Central que de repente deu uma endurecida desnecessária", disse o economista José Roberto Mendonça de Barros

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Mas alguns empresários americanos saíram frustrados do encontro com a falta de detalhes sobre a estruturação dos projetos e os efeitos das concessões feitas nos governos anteriores

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No acumulado deste ano, a retração foi de 5,29% segundo levantamento do Banco Central. Pesquisa da FGV mostra que tendência para o indicador é positiva

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Estimativa do mercado financeiro no Relatório Focus, do Banco Central, aponta queda de dois pontos percentuais

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Economistas preveem crescimento de até 2,5% para o PIB e 2,8% para o comércio no próximo ano. Isso se governo mantiver o compromisso de ajustar as contas públicas e os juros caírem

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O ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa (foto), diz que o principal direcionador será a flexibilização da política fiscal

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Para Yoshiaki Nakano, diretor da FGV/SP, a evolução do gasto público é muito forte e as despesas do governo precisam ser contidas sob o risco de a dívida pública se tornar insustentável

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