São Paulo, 21 de Janeiro de 2017

A mídia não pode mais ignorar a sua responsabilidade cívica - como manda, aliás, o artigo 221 da Constituição Federal sobre as premissas de sua concessão pública: respeito aos valores éticos da pessoa e da família

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O Brasil é maior do que qualquer rede de TV. Pois nenhuma empresa, corporação, partido, igreja, seja lá que instituição for, pode estar acima da cultura política de uma elite de cidadãos atuantes que decidiram assumir os destinos de seu povo.

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Na novela Babilônia, o que vemos não passa de uma conduta irresponsável e abusiva de se corromper os valores morais do imaginário social do país

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Nossos produtores de conteúdo, pelo seu suspeito subjetivismo esquerdista, nos apresentam um Estado que pode tudo e veio para dispensar, senão sabotar, a incipiente cidadania política brasileira

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Todo o discurso dominante da TV Globo, no campo dos costumes, nunca foi conservador e reflete o mesmo relativismo moral de seus produtores de conteúdo

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Não basta aos cidadãos terem responsabilidade civil. Não basta às empresas terem responsabilidade social. Não basta aos governos terem responsabilidade fiscal. Para o país voltar a crescer, é preciso o compromisso de todos para com a responsabilidade política, expressão de uma verdadeira cultura de cidadania

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Há uma imensa e lamentável lacuna quando se pensa na mídia e em seu papel na criação de valores que nos dignifiquem individualmente

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O candidato ao STF trabalha com a confusão entre a cidadania, derivada de valores éticos, e a militância baseada em simpatias partidárias

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Ao lado dos problemas econômicos, o país dá demonstrações de vitalidade institucional em muitos outros setores

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Uma das propostas para a reforma política veta reeleições. Com isso, impede que o político, ao se perpetuar no cargo, perca os vínculos com quem representa

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