São Paulo, 16 de Janeiro de 2017

Donas de marcas líderes condicionam descontos a pequenos e médios supermercados à compra de maiores volumes e número de itens de suas linhas

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Transparência. Ministério enxuto. Acesso ao crédito. Simplificação nos tributos. É o que lideranças do comércio, como Alencar Burti (à dir.) e Roberto Ordine esperam de um novo governo

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De azeites a alvejantes, marcas mais baratas de segunda linha -produzidas por empresas ágeis, enxutas e guerrilheiras-, invadem as prateleiras

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Sandro Benelli, consultor de varejo, diz que é hora de limitar o número de fornecedores e só adquirir produtos com giro alto

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Com custos inferiores aos de supermercados, as lojas desse modelo viram alternativa para consumidores e pequenas empresas que buscam preços baixos

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O caso da Dádiva, uma revenda de bicicletas, serve de alerta. Há dois anos, dividia os lucros com os funcionários. Endividada, recorreu à Justiça para tentar manter as portas abertas

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Para Fábio Silveira (foto), diretor da consultoria GO Associados, a reação do varejo deve vir em 2017, com crescimento entre 0,5% e 1%, na comparação com 2016

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É o que afirma a psicóloga e coach Lígia Martins, uma detetive da alma corporativa. Para ela, porém, o momento exige uma mente voltada para o autoconhecimento pessoal e da empresa

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É o saldo de pontos comerciais que abriram e fecharam, de acordo com a consultoria Iemi. Neste ano, o faturamento do comércio de roupas em São Paulo deve regredir ao patamar de 2010

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Vivian Song , sócia da Cotton Colors, que a exemplo de outras confeccções cortou 30% a produção da coleção de inverno

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