São Paulo, 24 de Maio de 2017

Aumentar a dosagem do remédio (mais tributos), como vem sendo adotado nos últimos anos, somente aumentará seus efeitos colaterais negativos sem resolver o problema fiscal, que poderá ser equacionado com a medicação certa: o corte de gastos

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A sinalização para os primeiros meses de 2016 é de continuidade, e em alguns casos de agravamento dos problemas econômicos e sociais

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Com a piora do cenário político e econômico na última semana, a Frente Sudeste de Associações Comerciais clama por urgência maior na solução das crises que paralisam as empresas do país

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É hora de lutar para exigir da classe política um consenso em torno do Brasil, que precisa sair urgentemente da paralisia decisória para evitar que a continuidade da recessão leve o País à desestruturação da economia

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Vivemos um período de grande incerteza, o que para os empresários é um cenário paralisante, que impede decisões de investimentos e afeta drasticamente o dia a dia das empresas

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Falta um programa de ajuste estrutural que sinalize para o equilíbrio das finanças públicas, além de um conjunto de medidas destinadas a destravar os investimentos e estimular as atividades econômicas

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É extremamente preocupante a pretensão do governo federal de fazer girar ainda mais rapidamente o painel do Impostômetro, elevando tributos para tentar estancar a crise.

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O mais grave das propostas de aumento de impostos - inclusive da recriação da famigerada CPMF - é que a economia está em forte recessão, a qual será agravada por nova drenagem de recursos das empresas e dos consumidores

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Qualquer elevação da carga tributária terá como consequência maior retração da produção e do consumo

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A Facesp e a ACSP apoiam e estão à disposição para participar dos estudos e propostas que possam detalhar as linhas gerais apresentadas na carta publicada pela OAB e outras entidades, destinadas a superar a crise

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