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Dirigente da Acim sugere pesquisar antes de comprar

Adriano Luiz Martins, vice presidente da Acim, fala sobre as vendas de materiais escolares

O vice presidente da diretoria da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, propõe ao consumidor em geral que antes de comprar o material escolar, que pesquise bastante antes de efetivar uma compra. “Pesquisa sobre preços de material escolar feita pela Fundação Procon de São Paulo encontrou uma diferença de preço de 457,14% para o mesmo produto”, lembrou o dirigente ao fazer alerta neste período do ano, em que os meses de janeiro e fevereiro são dedicados, no comércio, para a preparação dos jovens a volta as aulas. “Um lápis preto, por exemplo, que custa R$ 0,35 em um estabelecimento e R$ 1,95 em outro, mostra bem a necessidade da pesquisa”, comparou.

A pesquisa abrangeu 214 itens, em 10 lojas de todas as regiões da capital paulista. Segundo a Fundação Procon-SP, após comparação de 168 produtos escolares comuns entre a pesquisa deste ano e a feita no final de 2015, foi constatado em média, um acréscimo de quase 13% nos preços, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo (IPC-S) da FIPE, referente ao período, registrou uma variação de 6,65%. “Por isso o consumidor terá que pesquisar e visitar muitas livrarias e papelarias mais de uma vez”, sugeriu ao lembrar que isso deve ser feito antecipadamente, sem pressão. 

Em comunicado, o Procon-SP orienta que, antes de ir às compras, se verifique quais dos produtos da lista o consumidor já possui em casa e se estão em condição de uso. “A troca de livros didáticos entre alunos, irmãos e colegas, que cursam séries diferentes também garante economia e reaproveitamento de recursos”, falou com experiência própria. Ainda de acordo com o Procon, na lista de material as escolas não podem exigir a aquisição de itens de uso coletivo, higiene pessoal e materiais de escritório, de higiene ou limpeza. “Quando receber a lista da escola, isso deve ser visto e conversado na própria escola”, propõe o dirigente da associação comercial ao apontar este período como muito intenso entre escolas, livrarias e papelarias.

Dos 12 meses do ano cada um, segundo o vice presidente da Acim, tem um foco específico para as vendas no comércio varejista. “Janeiro normalmente é dedicado às férias e ainda os pagamentos de impostos como o IPVA e ITU que surgem nesta época”, lembrou. “Fevereiro não é marcado pelo Carnaval e sim a volta as aulas”, ressaltou ao dizer que o Carnaval normalmente não é um apelo comercial forte. “O da venda de material escolar é forte”, comparou ao dizer que os meses de: Maio (Dia das Mães), Agosto (Dia dos Pais), Junho (Dia dos Namorados), Outubro (Dia das crianças) e Dezembro (Natal), são considerados fortíssimos para o varejo. “Em Março, Abril, Setembro e Novembro, nós criamos temas específicos”, disse o dirigente ao relacionar: Liquida Marília, Aniversário do Município, Início da Primavera e Tempestade de Ofertas, como sendo as campanhas promocionais realizadas nesses meses pela associação comercial. “O mês de Julho é uma mistura com as festas julinas com as férias escolares”, comparou.



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