São Paulo, 23 de Junho de 2017

/ Sustentabilidade

Brasil sobe no ranking mundial de capacidade de energia eólica
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Global World Energy Council (GWEC) mostra que o Brasil aparece na 9ª colocação na lista das nações com mais capacidade instalada total de energia eólica

O forte aumento do número de parques eólicos instalados no Brasil fez o país subir mais um degrau no ranking do países com maior geração eólica. 

O Global World Energy Council (GWEC) divulgou nesta sexta-feira (10/02) seu "Global Wind Statistics 2016", no qual o Brasil aparece na nona colocação na lista das nações com mais capacidade instalada total de energia eólica, somando 10.740 MW, à frente da Itália. 

Em relação ao ano passado, o país avançou uma posição e agora já responde por 2,2% da capacidade global.

No ranking de nova capacidade instalada no ano, o Brasil está em quinto lugar, tendo instalado 2 GW de nova capacidade em 2016. 

Nesta categoria, o país caiu uma posição, sendo ultrapassado pela Índia, que instalou 3,6 GW de nova capacidade no ano passado.

No total, foram adicionados 54,6 GW de potência eólica à produção mundial em 2016. Com isso, em todo mundo a capacidade instalada de parques solares soma 486,7 GW.

Em nota à imprensa, a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, salientou que até 2020, considerando apenas os contratos assinados e leilões já realizados, o país deve chegar a 18 GW. 

"O importante agora é que novos leilões sejam de fato realizados nos próximos meses, já que em 2016 não tivemos nenhum leilão de energia eólica pela primeira vez, desde que esta fonte começou a participar de leilões em 2009", disse.

O setor defende a realização de um leilão de reserva neste ano, depois que o governo decidiu cancelar a realização de um certame similar, no final do ano passado.

FOTO: Thinkstock



Na semana passada, o governo brasileiro enviou à OCDE uma carta expressando o seu desejo de ser convidado a iniciar o processo de adesão a esse grupo

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O cálculo é do Ministério do Planejamento, que faz uma avaliação positiva do impacto da mudança na correção de uma queda que se acentua desde os anos 80

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