São Paulo, 26 de Maio de 2017

/ Opinião

São Lula, o cínico
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Em 46 anos de jornalismo, nunca vi tanta mentira, audácia, ausência de pudor, de caráter, como esse mal que assola o país tem demonstrado

A capacidade de Lula de se auto-vitimizar é infinita.

No momento em que é denunciado pelo Procurador Geral da República, perante o STF, junto com Dilma e dezenas de políticos proeminentes de todos os principais partidos, Lula, depõe na condição de réu e adota a mesma técnica de “coitadinho brilhante” para usar em campanha eleitoral.

Talvez o país precisasse desse mal chamado Lula, com o petismo e as Dilmas da vida, para ter maiores e melhores referências na comparação de comportamentos e atitudes de grupos de poder.

Observa-se agora, com contundência que Jânio Quadros tinha razão quando dizia que os políticos são todos farinha do mesmo saco.

Mas Lula e o PT elevaram à máxima potência a capacidade dessa farinha de usar os brasileiros para obter vantagens pessoais, partidárias e grupais.

Em 46 anos de jornalismo, nunca vi tanta mentira, audácia, ausência de pudor, de caráter, como esse mal que assola o país, tem demonstrado.

Não satisfeito em ter destruído o país pela sua visão corrompida de exercício do poder, não satisfeito em ter legado ao Brasil esse outro desastre chamado Dilma (que nos envergonha perante o mundo) e, ainda, Lula se arvora no direito de ser vítima e lutar contra a tentativa de reconstrução do país que destroçou, como se ele não tivesse sido o autor da maior crise que já alcançou o país.

“Nunca antes neste país, uma só pessoa fez tanto mal aos brasileiros”.

A situação da economia começa a encontrar um rumo. As forças do mal, encarnadas em Lula, no PT e em outros segmentos da anacrônica esquerda tupiniquim, com greves e manifestações, sempre de ódio e violência, querem impedir.

Não desejam que seja consertado o que estragaram para poderem se apresentar como salvadores do que eles mesmos destroçaram.

É de uma indignidade assombrosa.

Capricho hoje nos adjetivos por incontido mau humor decorrente da visão e oitiva da fala falaciosa de Lula em juízo. Escárnio do começo ao fim.

E, agora, com a liberação da notória lista de Janot, fica revelado de forma ostensiva para o Brasil todo que as farinhas do mesmo saco é que têm a responsabilidade de consertar os males que jogaram o Brasil nas cordas nos últimos cinco anos.

Patrocinados pelos mesmos com a colaboração suntuosa do lulupetismo.

Agora que todos eles estão nus perante os olhos capazes de discernir, a pretensão de Lula de ser uma “vítima” da perseguição política, o torna apenas patético. Caricatura de si mesmo.

A incompetência, incapacidade de Dilma, aparecem como fotografia de um período em que, anestesiados, os brasileiros se deixaram conduzir por uma pessoa absolutamente despreparada para ser líder. Nem dela mesma.

E o que dizer do restante dos políticos, governantes, oligarquias incrustradas nos três poderes, em todos os níveis? O Brasil está bichado. Carcomido.

E os petistas e asseclas ainda vão para a rua atrapalhar a vida da população para protestar contra reformas que o estrago deles exige sejam feitas.

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As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio



Não se trata de proteger a sonegação fiscal e sim de ajudar as empresas inadimplentes vítimas da recessão a se reequilibrarem, diante da falta de caixa e de crédito

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Está tudo tão confuso, tão degenerado, tão nojento que dá vontade de seguir a música que o cantor Silvio Brito interpreta tão bem: “para o mundo que eu quero descer...”

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A sociedade não tem um projeto para o dia seguinte. Parece que tudo se limita a Lava-Jato, às prisões e delações

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