São Paulo, 20 de Julho de 2017

/ Opinião

Quem se importa com o Brasil?
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A qualidade de vida dos brasileiros está recuando a níveis do passado, em vez de crescer como os demais países em desenvolvimento

Diante de tanto desacerto no campo político, parece que ninguém está prestando atenção o que de fato interessa ao país: voltar a crescer.

São milhões de desempregados esperando uma nova oportunidade, assim como outros milhões de jovens chegando ao mercado de trabalho em busca de oportunidade.

No atual quadro de incerteza, no entanto, não haverá investimentos e investidores dispostos a gerar empregos suficientes para atender essa massa de trabalhadores sem trabalho.

A economia brasileira passa por um período de instabilidade e insegurança, desestimulando novos investimentos.

Por isso, precisa de serenidade no campo político para estimular os empreendedores a investirem, gerando emprego e renda.

Nada disso, porém, parece importar à classe política dirigente do País; mais preocupada na disputa de poder e alheia aos rumos da economia nacional.

Neste momento, a nossa classe política, especialmente o Legislativo precisa deixar de lado  os interesses pessoais  e partidários; lembrando que o mais importante será promover as reformas previstas,  ajudando a economia do país a desenvolver seu potencial pungente.

A hora é de união de esforços para que o fantasma da recessão desapareça do quadro nacional.

É preciso que se tenha em mente que milhões de famílias estão passando necessidade porque seus responsáveis não conseguem trabalho para sustentá-las com dignidade.

A qualidade de vida dos brasileiros está recuando a níveis do passado, em vez de crescer como os demais países em desenvolvimento.

E, lamentavelmente, quem mais sente são as famílias de menor renda.

O Brasil está precisando acordar, o Congresso cumprir seu dever, evitando as discussões ideológicas e votando as reformas; o Ministério Público impedir o vazamento de notícias antes da conclusão do inquérito, evitando as oscilações da economia e espantando os investimentos.

E, finalmente, o Governo precisa governar, tranquilizando a Nação ao demonstrar que segue o rumo certo da prosperidade a que o Brasil tem o direito.

 



Alguns açodados analistas, não compreendendo as altas responsabilidades de presidir um órgão dessa magnitude, passou a cobrar de Paulo Rabello de Castro medidas autoritárias.

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