São Paulo, 26 de Junho de 2017

/ Opinião

Palhaçada
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Como cidadão brasileiro, morro de vergonha de quem nos dirige

Deveria pedir licença ao leitor e dizer, como forma de escape, que não é algo generalizado, mas o que os políticos, congressistas e alguns membros do atual governo fazem com o Brasil é uma palhaçada. Não tem outro termo.

O governo atual e o mesmo Congresso que fez o impeachment de Dilma estão se esforçando o quanto podem, para se revelar no mesmo nível de antibrasileiríssimo que o PT demonstrou no poder.

Há uma fossa imensa em distância e odor fétido entre os interesses reais da população brasileira, sua esmagadora maioria como as urnas e as ruas têm provado e o comportamento das classes politicas e dirigentes do pais, em todos os níveis de poder.

Ninguém de bem, decente, sofrendo o impacto brutal da crise por eles (do poder, PT e demais) aguenta mais tanto descaso, tanto safadeza, tanta irresponsabilidade, utilizando o aparato público a favor de privilegiados e oportunistas que se dizem representantes populares.

O nível de baixaria que o poder público no Brasil chegou a tal ponto de descalabro que somente as multidões visitando as ruas semanalmente, derrubando um por um, como serão derrubados nas urnas, poderá permitir, sem convulsão social, que se estanque o festival de agressões que os brasileiros sofrem de sua elite política e diretiva.

Como cidadão brasileiro morro de vergonha de quem nos dirige, nos representa e nego, peremptoriamente, representatividade de delegação a todos, mesmo envolvendo os decentes que existem no meio.

Calados contribuem para a imagem (e realidade) de que somos o povo, dominados, por gente sem caráter e sem amor ao Brasil.

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As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio



Temos de resgatar e reunir as verdadeiras elites sociais brasileiras para a ocupação da cena política e expulsar as organizações criminosas que tomaram conta do Estado brasileiro

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A qualidade de vida dos brasileiros está recuando a níveis do passado, em vez de crescer como os demais países em desenvolvimento

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Somos contra o AR porque prejudica consumidores, famílias, empresas, além de ser sete vezes mais caro do que a carta simples.

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