São Paulo, 24 de Abril de 2017

/ Opinião

Basta de violência!
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A violência urbana, que tanto preocupa a população, é consequência da ignorância e da falta de valores morais que ainda atinge parcela significativa da população

Basta de violência! Esta curta frase contém o clamor popular que se ouve  em todos os cantos do país, diante de tanta violência urbana que se assiste nos dias atuais.

Infelizmente, não basta apenas o desejo de se acabar com o problema da violência. Para se acabar com esta desgraça social é preciso mais que vontade. É preciso ação e muito trabalho.

A violência reflete o instinto animal inato que existe nos seres humanos, como herança genética das eras primitivas, em que o emprego da força era necessário  para a sobrevivência da raça humana, diante daquele ambiente hostil.

Nos dias de hoje, essa triste herança só vem confirmar o estágio moral atrasado da humanidade.

O remédio indicado para se combater a violência urbana está na educação em sua mais ampla extensão e compreensão.

Ultrapassa a instrução escolar, que apesar de necessária para a formação das futuras gerações, no desenvolvimento do conhecimento humano para o  progresso material  das nações.

Mas  só a educação escolar, por mais desenvolvida que seja, não será suficiente para vencer a violência que carregamos como herança genética. Isto porque, para alguns ainda ela poderá ser um instrumento na conquista do poder.

Basta ver as guerras fraticidas que ainda hoje existem no mundo; ou  também pelo emprego da força pelos tiranos, em defesa do chamado poder constituído.

A violência urbana,  que tanto preocupa a população, no entanto, tem origem mais profunda. Ela é consequência da ignorância e da falta de valores morais que ainda atinge parcela significativa da população.

Esses indivíduos menos afortunados,  por várias razões acabam ingressando no mundo do crime e das drogas, gerando transtorno e desassossego para a sociedade.

Para amenizar a questão da violência urbana, portanto, torna-se necessário um esforço conjunto de governo e sociedade, na busca de um caminho mais seguro para as futuras gerações. Quem sabe até, reintegrando a educação moral e cívica nas escolas.

Mas, com certeza, a solução mais eficiente está na educação familiar como poderoso instrumento de amor para se diminuir a violência urbana.

A importância da família para a educação moral dos filhos será fundamental, porque é no ambiente do lar que as crianças aprendem a amar e a respeitar as pessoas.

É no convívio com os pais que os filhos apreendem a importância dos valores morais, que servirão para nortear sua vida  futura em sociedade. É neste cenário doméstico, que elas aprendem as primeiras noções de disciplina e da ordem social.

O rei Salomão, há 1.500 anos a.C, já sabia dessa verdade quando ensinou,  “eduque a criança no bem e quando for adulta ela não se desviará  desse caminho”.

Por tudo isso é que se torna imprescindível a urgente união de esforços entre governo e sociedade organizada para a criação de programas modernos de educação, que consigam trazer de volta o respeito e os bons costumes.

Viva a família, morra a violência!

 

 



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