São Paulo, 26 de Junho de 2017

/ Opinião

As elites brancas nacionais e internacionais tramam contra o Brasil
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Não se enganem! A perda do grau de investimento e a crise econômica internacional do Brasil nada mais são do que movimentos das elites brancas de olhos azuis (nacional e internacional) para boicotar a prosperidade do nosso povão

O PT transformou o país. Depois de 502 anos sendo governados pela direita liberal-fascista nazi judaica, os companheiros ganharam uma eleição para a Presidência da República dispostos a mudar o rumo da história brasileira, quiçá mundial.

E tudo foi sendo feito com tons épicos. Em 13 anos de governo, pobre virou espécie em extinção na paisagem brasileira. Ou melhor, eles existem, mas agora andam de avião e fazem faculdade.

Difícil ainda é andar de carro, por conta da falta de vias e dos valores escorchantes dos automóveis individualistas. Ainda mais sofrida é a locomoção via transporte público. Ônibus sempre foi coisa de pobre que não conhecia avião e não fazia faculdade. Metrô, então, anda debaixo da terra. Os pobres do imaginário petista gostam mesmo é de voar.

Logo, definiu-se que os modais adequados às terras tupiniquins são o avião e a bicicleta. Sim, pois nossos miseráveis – cada vez menos miseráveis à medida que se muda a métrica - foram para umas das três milhões de universidades criadas pelo Partidão e, obviamente, viraram ambientalistas. Sabem que andar de bicicleta salva o mundo.

São Paulo, que nos legou o PT, puxa a fila. O prefeito petista pintou muitos quilômetros de ciclovias. Havia até o plano da “ciclovia-bala” entre o Rio de Janeiro e a capital dos bandeirantes. Substituiria o famoso “trem-bala”, prometido para a Copa do Mundo.

O ponto alto da civilização pelego-companheira seria a universidade-aeroporto. O PT almejava criar faculdades cujas aulas fossem ministradas em aviões. Traria o céu a terra. Seria a realização do paraíso bolivariano, com direito a barrinha de cereal made in Venezuela.

Mas sabem como são os vilões das histórias políticas. Espreitando este novo umbral latino americano, estavam aquelas mesmas elites de sempre. Aquelas que nunca fizeram nada pelos menos favorecidos.

O ardil é sutil como o bafo do Lula e, ao mesmo tempo, claro como o raciocínio da Dilma. Enquanto ganhavam rios de dinheiro aboletados no cangote do governo federal, empreiteiros, banqueiros e grandes empresários tramavam contra a popularidade dos companheiros. Nossa elite, nenhuma elite, nunca teve caráter!

A elite obrigou os petistas a viver no luxo, com dinheiro supostamente sujo, tomando uísque 12 anos em mansões milionárias. E, agora, aproveitando-se da seriedade do governo que inventou a autonomia da Polícia Federal – mas ressalte-se, não inventou a corrupção -, utilizam-se desses supostos desvios para incriminá-los. Que canalhas oportunistas!

Se algum petista roubou, foi pelos pobres. Principalmente pelos pobres que eram parentes deles ou aliados próximos.

Entretanto, não lograram êxito imediato. O PT continuava popular e imbatível. Num país de miseráveis, os sinhozinhos que davam comida, avião e faculdade não possuíam concorrentes.

Os petistas eram os novos coronéis, mas agora com “consciência social”. E o golpismo não prosperava. Ainda mais com as maquininhas de votação ultra tecnológicas da Smartmatic e com apuração super hiper isenta do ministro Toffoli.

O cenário começou a mudar quando as elites imperialistas entenderam que os pobres brasileiros estavam mudando de vida e poderiam ameaçar o status quo global. Antes, no entanto, já haviam ficado incomodados com a nossa presidente-sapiens dando aulas de política fiscal para a Europa.

Tudo ficou mais dramático quando o nosso país emprestou dinheiro para o FMI e ofereceu ajuda para salvar a poderosa Itália. Aquilo feriu o orgulho europeu. Pensaram eles, de cabeça quente, em invadir o Brasil e pôr um fim nessa prepotência.

Entretanto, os comandantes imperialistas não sabiam se a nossa capital era o Rio de Janeiro ou Bueno Aires e desistiram da ideia. A elite europeia, qualquer elite, sempre foi ignorante! Tão ignorante quanto a classe média “idealizada” por Marilena Chauí.

A gota d’água, no entanto, foi o programa “ciência sem fronteiras”. Agora os pobres brasileiros estavam andando de avião e estudando nas universidades do velho mundo! Isso foi demais.

O que está por trás do rebaixamento do Brasil? Ora, as elites globais resolveram se aliar à elite nacional e derrubar o governo proletário. Primeiro, forjaram uma crise internacional que atingiu somente o Brasil. E, no golpe derradeiro, tiraram o grau de investimento da nossa pátria.

Não se enganem! A perda do grau de investimento e a crise econômica internacional do Brasil nada mais são do que movimentos das elites brancas de olhos azuis (nacional e internacional) para boicotar a prosperidade do nosso povão.

Tudo isso porque este governo ousou colocar pobres andando de avião e cursando faculdades. Não podemos nos vergar aos interesses do capitalismo opressor global. E daí que perdemos o grau de investimento? Alguém come grau de investimento? Cuba não tem grau de investimento e possui um “ótimo” sistema de saúde, certo?

Que fique claro de uma vez por todas: o movimento pelo impeachment é golpismo; a oposição querer ganhar as eleições é golpismo; criticar o governo petista é golpismo; o Pixuleco é golpismo; as passeatas são golpismo; não votar no PT é golpismo.
Petistas do Brasil inteiro, uni-vos! Como, atualmente, restaram somente uns 10, pode até ser numa pizzaria.

P.S: o artigo é humorístico e qualquer brasileiro cansado de ser roubado pelo PT percebe isso nas primeiras linhas. Porém, achamos melhor colocar esse aviso no final para evitar que o texto seja reproduzido nos blogs sujos do petismo. O nível de argumentação desse pessoal é tão baixo e tão inverossímil que não seria uma surpresa se o nosso texto aparecesse no Brasil 247 ou na Folha de S. Paulo como “análise política”.

*Artigo escrito em coautoria com o economista Reinaldo Bedim



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