São Paulo, 21 de Julho de 2017

/ Opinião

Apocalipse?
Imprimir

A sujeira da economia corrupta espraiou-se pela institucionalidade e a sensação à flor da pele que temos é de que, nos cargos públicos, só existe gente desonesta

Sou só eu ou você também tem a sensação de que o país está derretendo? Desmanchando?

O interessante é que tudo que tem vindo à tona sempre existiu. Foi exacerbado na gula lulopetista, na incompetência dilmista, mas envolve todo o mundo e submundo a vida nacional.

Um espetáculo ofensivo, despudorado, desrespeitoso, criminoso, contra a população ordeira, sofrida, trabalhadora. 

A sujeira da economia corrupta espraiou-se pela institucionalidade e a sensação à flor da pele que temos é de que, nos cargos públicos do país, só existe gente desonesta.

Estamos sendo governados, dirigidos, julgados, enfim, tudo que vem do poder público, por gente sem nenhum compromisso com a ética, a moralidade, o pudor da decência.

Você se sente assim também?

A cada dia a situação de instabilidade fica, mas forte. Sabendo que em meio a tudo de sujo que há nas entranhas do país, muita gente está trabalhando para o circo pegar fogo de vez. E se beneficiar disso. O próprio Lula é um. Ciro outro. 
Marina outra, só para citar alguns nomes, porque os lindebergues e as narizinho, fregalis, jandironas e outros, da vida, nem registro merecem.

Quanta sujeira, meu Deus.

Em compensação, e vamos olhar por um lado positivo, finalmente, o país –estupefato estarrecido- está conhecendo a realidade dos escaninhos e bastidores da promiscua relação do poder público com a banda podre do empresariado.

E, neste senti, usando o bordão do Casoy, o Brasil, finalmente, está sendo passado a limpo.
Não se sabe o que vai sobrar disso tudo.

Talvez nem tenhamos ideia da beira do abismo em que nos encontramos, ou não.

O importante é que a população ordeira do país já disse o que quer e como quer nas ruas. 

Os agentes públicos que ainda não acordaram para isso são os que correm maior risco de serem defenestrado publicamente e nas ruas.

Acham que tudo isso vai acabar em pizza. Pode ser que no curto prazo, mas no médio e longo, todos eles estarão na cadeia, no ostracismo, banidos, bandidos, da vida pública.

O país vai sobreviver só não se sabe a que preço.

A população já paga e vai pagar a conta por seu desinteresse da vida pública por séculos.

Agora começa a virada.

Não vamos desistir de politizar as massas, educando para o bem. Temos que começar a refundar a República com base na educação para dar à massa a capacidade de discernir e não eleger mais canalhas que tomaram conta do país.

********
As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

 



Alguns açodados analistas, não compreendendo as altas responsabilidades de presidir um órgão dessa magnitude, passou a cobrar de Paulo Rabello de Castro medidas autoritárias.

comentários

Sem perspectivas e sem recursos, nossas metrópoles afastam-se, cada vez mais, do seu papel civilizador e inovador

comentários

Acordamos a cada dia sem saber qual a nova bomba e de quem, de onde virá. Mas virá

comentários