São Paulo, 26 de Julho de 2017

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Franchising converte profissionais em empreendedores
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Da administradora Mariana de Souza (foto) ao médico Jairo Ferreira, conheça histórias de quem deixou seu emprego para se tornar franqueado

Escolher o tipo de negócio para investir não é uma tarefa fácil. Mariana de Souza, franqueada da Sóbrancelhas, do Shopping Centro, em São José dos Campos, no interior paulista, se viu diante dessa questão há pouco mais de três anos.

Pesquisando as opções, deparou com Sóbrancelhas e se identificou com a proposta da franquia que oferece serviços de design de sobrancelhas.

Formada em administração, ela queria mesmo trabalhar com o mercado de beleza. Em paralelo com a carreira administrativa, frequentou cursos de estética e decidiu que, ao deixar o emprego, usaria seu saldo rescisório para abrir o próprio negócio.

Foi preciso R$ 100 mil para iniciar sua empresa. Para completar o investimento, Mariana recorreu ao pai. Hoje, emprega quatro funcionárias, atende cerca de 30 clientes por dia e fatura R$ 30 mil por mês.

A HISTÓRIA DE LIGIA

Foi em 2012 que Ligia Fuchs, franqueada da Hope em São Paulo, Jundiaí e Itu, abriu sua primeira franquia. Formada em fisioterapia, ela queria ter mais flexibilidade de tempo para cuidar da filha recém-nascida.

Sem experiência com varejo, contratou uma consultoria para escolher o melhor modelo de negócio.

“Optei pela Hope por ser consumidora e pela credibilidade da marca”.

Para abrir a primeira loja, no shopping Anália Franco, em São Paulo, ela lançou mão de uma reserva de R$ 400 mil que acumulou com o marido. 

DO OUTRO LADO DO BALCÃO 

Após trabalhar dez anos como gerente do grupo Trigo, dono das marcas Spoleto, Koni Store e Domino's Pizza, Fabiano Lot se tornou um multifranqueado.

A experiência com franquias fez com que ele fosse convidado a participar de uma sociedade, da qual detém 17% do capital.

Lot está à frente de nove unidades de marcas como Spoletto, Domino´s e Mania de Churrasco.

Jairo Ferreira, 42 anos, masterfranqueado da Arranjos Express, estava à procura de um negócio para sua esposa, que desejava deixar de lado a advocacia para dedicar mais tempo à filha do casal.

Médico, Ferreira não sabia por onde começar e se familiarizou com os números do franchising. Decidido a seguir pelo setor de serviços, ele investiu R$ 180 mil na primeira loja do Shopping Frei Caneca, em São Paulo.

PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE VÍDEO: William Chaussê/Diário do Comércio



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