São Paulo, 11 de Dezembro de 2016

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Preços no comércio eletrônico caem 1,68% em maio
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Índice que monitora os preços de produtos vendidos na Internet mostra deflação

Após avançar 2,64% em abril, o Índice de Inflação na Internet (e-flation), pesquisado pelo Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo) em parceria com o Provar (Programa de Administração de Varejo), arrefeceu e registrou deflação de 1,68% em maio deste ano. 

No mesmo mês de 2014, o indicador tinha caído 0,27%. Com o resultado, o e-flation passou a acumular deflação de 0,71% em 12 meses. Até abril, a alta acumulada no período era de 0,71%.

De acordo com os dados do levantamento, houve alta de preços em seis das dez categorias pesquisadas: cinema e fotos (8,98%), eletroeletrônicos (1,77%), telefonia e celulares (1,08%), CDs e DVDs (0,82%), eletrodomésticos (0,61%) e medicamentos (0,19%). 

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No entanto, o grupo que puxou o índice para baixo foram os de perfumes e cosméticos, informática, brinquedos e livros, que registraram deflação de 12,08%, 6,20%, 4,91% e 1,38%, respectivamente.

O e-flation foi criado em 2004 pelo Provar e pela Felisoni Consultores Associados, com o objetivo de monitorar a variação dos preços de produtos de consumo comprados por meio do comércio eletrônico. 

Por meio dele, as empresas buscam identificar mudanças no poder de compra dos consumidores, possibilitando o estudo de tendências e simulação de cenários.

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Total associado a roubos, furtos e problemas operacionais ficou em 2,25% do faturamento líquido em 2015, segundo o Ibevar. Média dos anos anteriores era de de 1,8%

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Previsões mostram que, embora o encarecimento do frete prejudique o e-commerce à curto prazo, o fim do monopólio dos Correios pode beneficiar o mercado como um todo

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Houve redução em todos os itens pesquisados pelo Ibevar, exceto em CDs, DVDs, eletrodomésticos e eletroeletrônicos

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