Inovação

Cubo quer ser um dos maiores centros mundiais de empreendedorismo


Em nova fase, Ricardo Guerra, diretor do Itaú Unibanco, anunciou novos planos para aumentar os benefícios para as startups e ampliar as ferramentas para empresas do Brasil


  Por Thais Ferreira 14 de Setembro de 2017 às 12:00

  | Repórter tferreira@dcomercio.com.br


Recentemente, o Cubo, espaço de empreendedorismo do Itaú Unibanco e o fundo de investimento Red Point, anunciou que iria mudar de prédio.

Mas as mudanças não param por aí. Há planos mais ambiciosos. Muito mais do que aumentar o espaço e o número de empresas, o Cubo quer se tornar um dos maiores centros de empreendedorismo de todo o mundo.

Essa visão foi anunciada por Ricardo Guerra, diretor do Itaú Unibanco, durante o evento Cubo Conecta, que aconteceu em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (14/9).

“Já somos um dos maiores da América Latina e queremos ser um dos maiores ecossistemas de empreendedorismo do mundo”, afirmou Guerra.

Com a mudança de prédio, que irá funcionar na Alameda Vicente Pinzon, a empresa passa abrigar 210 startups (156 a mais do que atualmente) em uma área de mais de 20 mil metros quadrados divididos em 20 andares.  

As mudanças também abrangem novos serviços para as startups. Entre elas uma maior conexão com os centros universitários, oportunidade de intercâmbios globais e apoio de serviços jurídicos e contábeis para os empreendedores.

“Queremos ajudar as empresas a terem uma visão global e não apenas local”, afirma Guerra.

Guerra anunciou também quais serão os setores priorizados nessa nova fase: serviços financeiros, educação, saúde, indústria 4.0 e varejo.

O Cubo também ganhou uma versão digital. A ideia é dar oportunidade para empresas que estão fora de São Paulo de participarem do ecossistema. Por meio de uma plataforma online, as startups selecionadas poderão se conectar o Cubo e ter acesso as ferramentas e benefícios.